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Teófilo Otoni

Motorista do ES envolvido em tragédia com 41 mortes em MG é liberado

Homem, que era considerado foragido, foi liberado após ser ouvido pela Polícia Civil na segunda-feira (23)

Publicado em 24 de Dezembro de 2024 às 10:42

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 dez 2024 às 10:42
O motorista que se envolveu em um acidente com um ônibus e um carro na BR 116, em Minas Gerais, foi liberado após ser ouvido pela Polícia Civil, na segunda-feira (23). No início da tarde, Arilton Bastos Alves, de 49 anos, se apresentou, acompanhado de advogados, em uma delegacia de Teófilo Otoni, cidade onde ocorreu a tragédia. 
Arilton era considerado foragido e procurado pelas autoridades de segurança, após fugir do local da ocorrência. Segundo a Polícia Civil, o homem é natural do Espírito Santo. Ao todo, 41 pessoas morreram vítimas da batida. 
Segundo a corporação, o homem foi até a sede do 15º Departamento de Polícia Civil em Teófilo Otoni, onde foi ouvido pelo delegado responsável pela investigação e depois liberado.
"Uma vez que a representação pela prisão preventiva do suspeito, formulado pela PCMG, foi indeferida pela Justiça e que não estavam mais configuradas as hipóteses taxativas de prisão em flagrante (art. 302 do Código de Processo Penal), o motorista foi liberado. As investigações sobre o caso continuam, e mais informações sobre o inquérito serão fornecidas em momento oportuno", informou.
Polícia Rodoviária Federal afirmou que fez contato com as agências de inteligência de outros Estados, sobretudo do Espírito Santo, na tentativa de capturá-lo. Foi montada uma força-tarefa para tentar localizar e prender o homem, com atenção nas regiões de divisa. Houve a suspeita de que o homem poderia estar em alguma cidade capixaba.
Corpo de Bombeiros em atuação após grave acidente na BR 116, em Teófilo Otoni (MG)
Corpo de Bombeiros em atuação após grave acidente na BR 116, em Teófilo Otoni (MG) Crédito: CBMMG/ Divulgação
A PC de Minas Gerais trabalha com a linha de investigação de que o acidente foi motivado pelo desprendimento de um bloco de granito que era transportado pela carreta. Foi verificado pelos agentes que o veículo estava com a carga acima do limite permitido, o que indicaria responsabilidade do condutor do veículo. Notas ficais apontam que a carga saiu do Ceará e seguia para o Espírito Santo.
O atrito do material com o asfalto seria a causa do incêndio. As vítimas que estavam no ônibus morreram carbonizadas. A região onde ocorreu o acidente é conhecida como foco de extração de granito. 
Polícia Militar mineira constatou ainda que o condutor do veículo de carga estava com a habilitação para dirigir cassada desde 2022, quando foi parado em uma blitz da Lei Seca em Mantena, município limítrofe com o Espírito Santo, e se negou a fazer o teste do bafômetro. Desde então, ele não tinha permissão para dirigir.
Vítimas que estavam no carro de passeio envolvido, no entanto, relataram que o ônibus teve o pneu traseiro estourado em uma baixada e acabou avançando na contramão. O depoimento do motorista da carreta sobre a dinâmica do acidente pode ser importante para as investigações.
*Com informações da Folhapress

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