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Baleado em Cariacica

Motorista de app com morte cerebral: 'Vai ajudar a salvar 5 vidas', diz mãe

Família de Rafael Oliveira Santana, de 24 anos, decidiu doar os órgãos do jovem após a confirmação da morte cerebral, que aconteceu na quinta-feira (5)

Publicado em 06 de Dezembro de 2024 às 10:34

Júlia Afonso

Publicado em 

06 dez 2024 às 10:34
Rafael Oliveira Santana, 24 anos, motorista de aplicativo que levou um tiro na cabeça em Cariacica
Rafael Oliveira Santana, 24 anos, motorista de aplicativo que levou um tiro na cabeça em Cariacica Crédito: Acervo familiar
A família de Rafael Oliveira Santana, de 24 anos, motorista de aplicativo que teve morte cerebral após levar um tiro na cabeça enquanto trabalhava em Cariacica, decidiu doar os órgãos do jovem. "Meu filho vai ajudar a salvar cinco vidas. Para mim é um motivo de muito orgulho, uma coisa que está me confortando", desabafou a enfermeira Silvia Zuchi, mãe do rapaz. 
"Nada vai trazer ele de volta, mas a minha intenção é incentivar a doação de órgãos. Tem muita gente precisando. Apesar de ter custado a vida dele, pelo menos ele está ajudando a salvar cinco pessoas"
Silvia Zuchi - Mãe de Rafael
A captação dos órgãos está sendo feita na manhã desta sexta-feira (6), segundo a mãe. 
O jovem trabalhava como vendedor durante o dia e fazia corrida por aplicativo à noite. No último dia 2, um vídeo gravado por câmera de segurança flagrou o momento em que o automóvel passou pela rua. Em seguida, é possível ouvir um disparo e pessoas falando. Logo depois, três homens saem correndo. Dois minutos mais tarde, o carro começa a descer sozinho pela rua, já que o motorista estava inconsciente. Moradores chamaram o socorro e a vítima foi levada ao hospital.
Na última quinta-feira (5), a morte cerebral foi confirmada. A família acredita que os suspeitos tenham anunciado o assalto dentro do carro e que, de alguma forma, o jovem tenha reagido. A mãe afirmou que os dois celulares dele e a carteira não foram localizados.
"Acredito na justiça de Deus. Seria bom se eles fossem presos, para que não fizessem isso com mais ninguém", ponderou a mãe de Rafael. O rapaz morava com a namorada em São Geraldo, Cariacica, perto de onde o crime aconteceu.
No dia do crime, a Polícia Civil informou que o caso estava sendo investigado pela Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cariacica. Nesta sexta-feira (6), a reportagem de A Gazeta perguntou à corporação se havia novidades sobre o caso, mas, até a publicação desta matéria, não teve retorno.

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