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Operação Cash II

Jovem é preso por integrar quadrilha que fornece drogas na Grande Vitória

Rapaz de 23 anos seria integrante de uma quadrilha especializada em tráfico interestadual, trazendo drogas do Mato Grosso para abastecer facções da Grande Vitória
Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 nov 2023 às 11:45

Publicado em 14 de Novembro de 2023 às 11:45

Segundo a Polícia Federal, a quadrilha transporta, em média, 300 kg de drogas por mês por meio de remessas do Correios e transportes rodoviários.
Segundo a Polícia Federal, a quadrilha transporta, em média, 300 kg de drogas por mês por meio de remessas do Correios e transportes rodoviários. Crédito: Divulgação/Polícia Federal
Um jovem de 23 anos foi preso durante a Operação Cash II, coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/ES) na manhã desta terça-feira (14), no bairro Aribiri, em Vila Velha. Segundo a Polícia Federal, o suspeito seria integrante de uma organização criminosa especializada em tráfico interestadual de drogas e responsável por fornecer os entorpecentes para facções criminosas da Grande Vitória. O investigado não foi identificado.
Segundo a Polícia Federal, a quadrilha transporta, em média, 300 kg de drogas por mês por meio de remessas dos Correios e transportes rodoviários. O grupo compraria diversos tipos de drogas – maconha, haxixe, crack e sintéticas – de uma organização criminosa do Mato Grosso do Sul.
No total, os agentes cumpriram 20 mandados de busca e apreensão no Espírito Santo e no Mato Grosso do Sul. No Estado, foram apreendidas balanças de precisão, drogas em porções prontas para serem vendidas, quatro celulares e R$ 7 mil em dinheiro. Um suspeito foi preso em flagrante, em Vila Velha, com drogas guardadas em sua residência.
A Polícia Federal afirma que a investigação da quadrilha começou em fevereiro de 2022, após a Polícia Militar ter abordado dois homens que transportavam R$ 800 mil em um veículo no bairro Ibes, em Vila Velha.
Na época, os dois suspeitos foram encaminhados para depor na Polícia Federal, onde foram ouvidos e liberados por não haver flagrante de um algum crime. Os dois homens seguem em liberdade. A investigação seguiu pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO).

Corporações que integram a FICCO

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) é composta por várias forças de segurança que atuam de forma integrada na investigação e na deflagração das operações, sendo, no Espírito Santo, composta pelas seguintes instituições: Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, SESP/ES, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e as Guardas Civis Municipais da Serra, Vitória, Vila Velha, Viana e Cariacica

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