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Tráfico de drogas

Ex-capa da Playboy deixa presídio no ES e está a caminho de Brasília

Segundo o Tribunal de Justiça do Distrito Federal, Flávia Tamayo será monitorada através de tornozeleira eletrônica. Ela foi presa em um hotel de Vitória acusada de integrar quadrilha formada por garotas de programa de luxo de Brasília

Publicado em 18 de Setembro de 2020 às 12:51

Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 set 2020 às 12:51
Flávia Tamayo, conhecida como Pâmela Pantera, foi presa em hotel de Vitória acusada de tráfico de drogas
Flávia Tamayo, conhecida como Pâmela Pantera, foi presa em hotel de Vitória acusada de tráfico de drogas Crédito: Reprodução / PC
Ex-capa da Playboy já deixou presídio no ES e está a caminho de Brasília
A modelo Flávia Tamayo, também conhecida como Pâmela Pantera, deixou o Centro Prisional Feminino de Cariacica no final da manhã desta sexta-feira (18). A informação foi confirmada pela  Secretaria de Estado da Justiça (Sejus).  Flávia foi presa em julho deste ano em um hotel na Orla de Camburi, em Vitória, acusada de participar de uma organização criminosa composta por garotas de programa de luxo de Brasília, especializada no tráfico de drogas.
De acordo com a Sejus, a modelo deixou o presídio às 11h30 acompanhada por equipe de Brasília. Flávia segue agora para o Distrito Federal, e o andamento do caso ficará a cargo da Justiça de Brasília. Segundo o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF), ela será monitorada  por meio de tornozeleira eletrônica.
Flavia Tamayo será transferida para o sistema prisional do Distrito Federal nos próximos dias
Ex-capa da Playboy será transferida para o DF nos próximos dias Crédito: Reprodução/Redes Sociais

A PRISÃO

Flavia foi detida, em julho, no saguão de um hotel de luxo de frente para a Praia de Camburi, em Vitória, e contra ela havia um mandado de prisão preventiva em aberto por tráfico de drogas e associação ao tráfico. A Polícia Civil do Espírito Santo encontrou uma pequena quantidade de maconha para uso próprio, uma cédula de dólar utilizada para o consumo de cocaína e R$ 325 em espécie com ela. Além disso, um celular também foi apreendido.
Segundo o delegado Rafael Correia, Flavia oferecia uma espécie de combo, que incluía os serviços de prostituição e também a venda de drogas para clientes.

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