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Publicado em 20 de agosto de 2025 às 14:41
Um detento, identificado como Marcos Antonio Pereira Sena, de 41 anos, foi recapturado pela Polícia Penal em Vila Velha após ficar um ano e quatro meses foragido. A prisão aconteceu nessa terça-feira (19). Ele havia fugido da Penitenciária Estadual de Vila Velha 3, no Complexo de Xuri, em abril de 2024.>
As investigações apontaram que Marcos estava morando em um imóvel em Vila Velha. Ele foi abordado e preso enquanto saía da residência, por volta de 11h. A ficha criminal de Marcos mostra que ele já foi condenado pelos crimes de roubo (art. 157 do Código Penal), furto (art. 155 do CP) e uso de documento falso (art. 304 do CP). Ele cumpriu 12 anos de prisão, até fugir do presídio no ano passado. >
O detento foi conduzido à 2ª Regional da Polícia Civil em Vila Velha, e está à disposição da Justiça. A ação foi realizada pela Polícia Penal do Espírito Santo, (PPES) por meio da RECAP da Divisão de Escolta e Recaptura Policial (DERP).>
Marcos e outros dez detentos fugiram do Complexo de Xuri em abril de 2024. Eles escaparam pela fábrica de sapatos instalada no presídio - local onde os fugitivos trabalhavam - após serrarem cadeados e terem acesso ao portal externo e o alambrado da unidade. Logo após a fuga, três foram recapturados pela polícia: Paulo Victor Celeste Camponez, Luiz Augusto de Oliveira Abreu e Iury Souza Santos.>
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Outros dois foram encontrados dias depois. Vagner Lima Almeida foi recapturado no município da Serra após denúncias de moradores, no dia 3 de abril. Já Eduardo da Silva Santos foi encontrado pela Polícia Rodoviária Federal em Viana, no dia 4 de abril.>
A reportagem de A Gazeta procurou a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), para saber se os outros cinco detentos foragidos já foram recapturados, e aguarda o retorno. Até a última divulgação da pasta, os foragidos eram:>
Na época do ocorrido, o secretário de Justiça do Espírito Santo, Rafael Pacheco, se pronunciou. Ele afirmou que a fuga poderia ter sido causada por falha humana ou no procedimento de segurança. "O que a gente já pode dizer é em falha humana, em quebra de procedimentos. Isso é sem dúvida. Eu estou afirmando. Ou de falha no procedimento de segurança, ou de falha humana", disse.>
O chefe da Sejus não descartou a possibilidade de envolvimento de profissionais da unidade para que a fuga ocorresse. "Então, a gente pode trabalhar nesse momento uma negligência. Isso é definitivo? É cedo. A gente pode evoluir para uma participação. Há elementos que indiquem isso neste momento? Não, não há, mas posso afirmar que não houve? Também não", apontou Pacheco.>
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