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Após confrontos com a polícia

Após dia de tensão, bairro Bonfim amanhece em clima de tranquilidade em Vitória

No início deste sábado (26), o comércio funcionava normalmente, os ônibus voltaram a circular e não havia clima de tensão na região. Na sexta (25) moradores protestaram após morte de jovem em confronto com a PM
Redação de A Gazeta

Publicado em 

26 jun 2021 às 11:50

Publicado em 26 de Junho de 2021 às 11:50

Morro do Bonfim, em Vitória, onde houve confronto entre a PM e traficantes, na divisa com o Bairro da Penha
Morro do Bonfim, em Vitória Crédito: Arquivo AG
O dia começou bem diferente no bairro Bonfim, em Vitória: em clima de tranquilidade. No início deste sábado (26), o comércio funcionava normalmente, os ônibus voltaram a circular e não havia clima de tensão na região. No alto do bairro, a equipe da TV Gazeta ,que esteve na região logo cedo, no início da manhã, não encontrou policiais circulando, mas por volta das 9h uma viatura se posicionou na entrada do local. Situação bem distinta do que aconteceu nesta sexta-feira (25) quando o protesto pela morte de Danilo Cândido de Souza, de 17 anos, causou um conflito de manifestantes com a polícia.
Um ônibus foi quebrado no bairro, outro quase foi atacado na avenida Marechal Campos e uma viatura da Polícia Civil foi apedrejada no DPJ de Vitória. Na manhã deste sábado, familiares e amigos fizeram um cortejo fúnebre de Danilo, seguindo a pé pelas ruas do bairro até o cemitério pedindo justiça.

SEXTA-FEIRA TENSA NA REGIÃO

Morte, protesto, confrontos e quebradeira. Uma série de acontecimentos deixou um clima de tensão no bairro do Bonfim, vizinho ao Bairro da Penha, em Vitória, na manhã desta sexta-feira (25).
O início do pavio para a explosão de conflitos no bairro foi a morte do adolescente Danilo Candida de Souza, 17 anos, na noite de quinta-feira (24), no bairro. A morte dele aconteceu em um suposto conflito com policiais militares, os quais alegam que Danilo teria atirado contra eles. Já parentes de Danilo, muito conhecidos na comunidade, descrevem que o rapaz não estaria armado e que não teria atirado contra os militares, segundo informações da TV Gazeta. Ao longo do dia a reportagem não conseguiu falar com os parentes de Danilo.
O duelo de versões sobre o fato não tirou a indignação de familiares e amigos do rapaz que protestaram no início da manhã. Durante o ato, criminosos chegaram a arremessar pedras contra um ônibus e até pedaços de paus foram usados como arma para depredar o veículo. O acesso de coletivos ao local foi suspenso.
Militares foram ao local e confrontaram os manifestantes com munições não letais. Ao longo da manhã, até um ataque criminoso acabou sendo feito a uma viatura da Polícia Civil, que estava estacionada ao lado da delegacia. Suspeitos foram detidos ao longo do dia.
Com informações da TV Gazeta

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