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Invadida pela água

Maternidade de Cobilândia reabre com um centro cirúrgico interditado

Isso porque a sala ficou com as paredes danificadas depois que foi invadida pela enchente.

Publicado em 25 de Maio de 2019 às 14:27

Caique Verli

Publicado em 

25 mai 2019 às 14:27
Maternidade de Cobilândia foi reaberta após uma semana de interdição Crédito: Caíque Verli
Uma semana após o temporal que atingiu Vila Velha, a maternidade de
foi reaberta, mas com um dos seus dois centros cirúrgicos ainda interditado. Isso porque a sala ficou com as paredes danificadas depois que foi invadida pela enchente. A maternidade e o Pronto-Atendimento que funcionam ao lado ficaram fechados por sete dias e foram reabertos na noite dessa sexta-feira (24) após quatro dias de higienização. O primeiro bebê que veio ao mundo na maternidade após a reabertura nasceu um pouco antes das 10h deste sábado, segundo a direção da unidade.
Maternidade de Cobilândia reabre, mas com um centro cirúrgico interditado
Grávidas e bebês que estavam internados na maternidade foram transferidos no dia do alagamento para outras unidades com o auxílio do Exército. Como eram pacientes de casos de menor complexidade, eles tiveram alta nos outros hospitais e não precisaram retornar para a maternidade de Cobilândia.
Segundo o diretor da maternidade, Clio Venturim, as paredes do centro cirúrgico interditado ficaram descascando depois do alagamento, o que impediu sua reabertura nesse primeiro momento. "Houve danos na parede. Não pode ter qualquer descascado no centro cirúrgico. Como infiltrou um pouco, a gente vai ter que lixar, fazer uma pintura nova para voltar a funcionar", explica.
O diretor, no entanto, garante que a capacidade de atendimento da maternidade não fica prejudicada sem essa sala porque os profissionais não fazem duas cirurgias ao mesmo tempo na unidade.
Militares do Exército resgataram pacientes em maternidade de Vila Velha após alagamento Crédito: Vitor Jubini
Os trabalhos de faxina e desinfecção dos locais, de vistorias nas instalações elétricas e dos equipamentos clínicos e ambulatoriais incluíram, segundo a Prefeitura de Vila Velha, limpezas pesada, setorial, fina, dedetização, desratização e teste nos equipamentos.
De acordo com a Prefeitura, enquanto durou a interdição no PA e na maternidade de Cobilândia, os atendimentos de urgência e emergência foram transferidos para o Pronto Atendimento da Glória e as demandas de procedimentos obstétricos para o Hospital Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Heimaba) e Hospital Municipal de Cariacica.

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