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Corpo achado na Reta do Aeroporto era de homem desaparecido há 18 dias

Luiz Cláudio Alves dos Santos sumiu no final de fevereiro; cadáver foi encontrado nesta quinta-feira (11) e família já fez o reconhecimento

Vitória / Rede Gazeta
Publicado em 11/03/2021 às 15h50
Atualizado em 11/03/2021 às 15h50
Corpo encontrado perto da Reta do Aeroporto era de Luiz Cláudio Alves dos Santos
Corpo encontrado perto da Reta do Aeroporto era de Luiz Cláudio Alves dos Santos. Crédito: Montagem | A Gazeta

cadáver encontrado em Vitória durante a manhã desta quinta-feira (11) é de Luiz Cláudio Alves dos Santos – que estava desaparecido desde o dia 21 de fevereiro, depois de sair sozinho da casa onde morava, no bairro República. De acordo com a família, ele tinha 50 anos e sofria de epilepsia.

Muito abalado, o irmão Carlos Eduardo Alves fez o reconhecimento do corpo no início desta tarde, no Departamento Médico Legal (DML), que também fica na Capital, e aguardava a liberação que deve ocorrer ainda nesta quinta-feira (11). A data e o local do velório e do enterro ainda não foram definidos.

"As últimas imagens que tínhamos eram dele andando próximo à Leroy Merlin, sentido Carapina. Acho que quando ele chegou na Reta do Aeroporto fraquejou, ou teve uma convulsão e caiu. Ele foi encontrado hoje (11) no valão. O corpo já estava com um certo grau de decomposição", contou, com a voz embargada.

CORPO ENCONTRADO DE MANHÃ

O corpo de Luiz Cláudio Alves dos Santos foi encontrado por volta das 10h45 desta quinta-feira (11), próximo de uma vala do muro do Aeroporto de Vitória, em uma área de vegetação alagada que fica às margens da BR 101, na altura do bairro Jabour. Os Bombeiros fizeram a retirada do cadáver do local e acionaram a perícia da Polícia Civil.

O DESAPARECIMENTO EM FEVEREIRO

Aos 50 anos de idade, Luiz Cláudio Alves dos Santos desapareceu depois de sair de casa sem celular e documentos no último dia 21 de fevereiro. Ele morava com a família no bairro República e precisava tomar medicamentos três vezes ao dia, por causa do distúrbio mental que possuía.

Três dias após o desaparecimento, a família registrou um boletim de ocorrência na Delegacia de Homicídio de Proteção à Pessoa (DHPP) de Vitória e pediu a ajuda da reportagem de A Gazeta para encontrá-lo. Durante 18 dias, ficaram sem ter notícias do parente, que também era apelidado de "Lucas".

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