Não é somente em Petrópolis, no Rio de Janeiro, que o tempo fechado inspira medo na população. No interior do Espírito Santo, a chuva deixa pessoas desabrigadas ou desalojadas, consome bens e ameaça a vida nas áreas urbanas. Apesar de o fenômeno natural não ser a causa do problema, é a partir da chuva que as mazelas vêm à tona.
Para entender como contornar isso, ao menos minimizar os danos, o Papo de Colunista conversa com o coronel André Có, coordenador da Defesa Civil estadual, nesta quarta-feira (23).
Coronel do corpo de bombeiros militar, ele também é presidente do conselho nacional dos gestores estaduais de defesa civil, membro do Fórum capixaba de mudanças climáticas e coordenador do plano estadual de defesa civil. Tem pós graduação em gestão pública e cursos de Gestão de Desastres na escola nacional de proteção civil da Espanha e de gerenciamento de grandes ocorrências pela guarda costeira americana.