Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Opinião da Gazeta

Sem competitividade, não há desenvolvimento nem riqueza

Queda de cinco posições do Espírito Santo em ranking nacional de competitividade deve acender o alerta. Um Estado competitivo é economicamente saudável e socialmente mais justo

Publicado em 14 de Setembro de 2022 às 02:00

Públicado em 

14 set 2022 às 02:00

Colunista

ES
Infraestrutura, logística e indústria Crédito: Montagem AG/Carlos Alberto Silva e Pixabay
A queda do Espírito Santo no Ranking de Competitividade dos Estados 2022 é preocupante. Em 2020, comemorava-se a chegada inédita ao quinto lugar, feito repetido em 2021. Um ano depois, o recuo de cinco posições no levantamento anual realizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) precisa acender o alerta: onde quer  que o Estado tenha falhado nos 86 indicadores que medem a capacidade de atrair investimentos, é preciso recuperar o empenho que o colocou antes entre os cinco mais competitivos do país.
Afinal, um Estado competitivo é aquele que busca a excelência em áreas determinantes para o desenvolvimento. O resultado é sempre economia saudável e justiça social. No ranking, são aferidos dez pilares: Infraestrutura, Sustentabilidade Social, Segurança Pública, Educação, Solidez Fiscal, Eficiência da Máquina Pública, Capital Humano, Sustentabilidade Ambiental, Potencial de Mercado e Inovação. Em sete deles, o rendimento estadual ficou aquém do ano anterior.
A Eficiência da Máquina Pública foi o quesito no qual foi registrado o pior desempenho, o que tirou 15 pontos do Estado na comparação com 2021. Com uma lupa, é preciso investigar as falhas e agir com estratégia para melhorar a administração pública, com eficiência. Segurança Pública (-4), Sustentabilidade Ambiental (-2), Inovação (-7) e Capital Humano (-4) também foram pilares problemáticos. Já em Potencial de Mercado subiu uma posição.
Essa derrapada em um ranking no qual o progresso parecia garantido não mancha o trabalho que tem sido feito na última década.  Um processo evolutivo que consolidou políticas de Estado perenes, que transcenderam a governos e governadores, com o Espírito Santo se tornando um exemplo de gestão. A Solidez Fiscal é um desses pontos mais notórios. Na avaliação de 2022, houve o recuo de uma posição, creditado mais à melhora da situação do Mato Grosso do que a falhas da gestão capixaba.
Competitividade é a capacidade de administrar com eficiência os recursos disponíveis, propiciando a entrega de serviços públicos de qualidade à população. É construir um ambiente de negócios atraente ao investimento privado, com geração de riquezas e melhoria do padrão de vida da população. É transformar as potencialidades em oportunidades concretas. O Espírito Santo, com esse diagnóstico, tem como atacar as próprias fragilidades e definir políticas públicas que façam o Estado voltar a subir no ranking.  Sem competitividade, não há desenvolvimento nem riqueza.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Ruas e avenidas são protagonistas de nova história
Nomes que viraram ruas: livro revela personagens marcantes de Muniz Freire
Imagem de destaque
Tarot do dia: previsão para os 12 signos em 14/06/2026
Sorteio das loterias da Caixa
Mega-Sena e outras loterias têm sorteios adiados por jogos do Brasil

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados