Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Editorial
  • Há algo errado quando alguém atropela de propósito, mata e continua solto
Opinião da Gazeta

Há algo errado quando alguém atropela de propósito, mata e continua solto

Um mês depois, nenhum suspeito foi detido no atropelamento que matou um idoso durante uma briga entre vizinhos em Cidade Continental, na Serra

Publicado em 28 de Abril de 2022 às 15:31

Públicado em 

28 abr 2022 às 15:31

Colunista

carro
Atropelamento durante discussão entre vizinhos em Cidade Continental, na Serra Crédito: Reprodução | Arquivo pessoal
Há quase um mês, um carro foi usado como arma durante uma briga entre vizinhos em Cidade Continental, na Serra. Um crime que pode ser considerado de proximidade, um desafio para a segurança pública por sua imprevisibilidade. Ao mesmo tempo, é um crime que facilita a investigação. O que se espera é que seja solucionado rapidamente por um motivo óbvio: o criminoso é quase sempre uma pessoa conhecida da vítima.
É por essa razão que chama tanta atenção que o suspeito de atropelar deliberadamente as pessoas na rua, ação que foi flagrada por câmeras de segurança, permaneça impune. Francisco Carlos do Nascimento, de 63 anos, atropelado pelo carro, acabou morrendo em um hospital particular. Uma mulher também foi atingida, mas sobreviveu. 
A reportagem de A Gazeta procurou a Polícia Civil na última terça-feira (26) para ter informações sobre o caso, quase um mês depois da ocorrência. Em nova resposta, a corporação informou que nenhum suspeito foi detido e que o caso segue sendo investigado. A reportagem perguntou se o suspeito foi identificado, se há algum mandado de prisão em aberto e se o motorista é considerado foragido, mas não houve detalhamento. 
É o típico caso no qual as denúncias são valiosas. Pelas imagens, vizinhos podem ter uma noção de quem são os envolvidos e passar essas informações às autoridades por meio do Disque-Denúncia (180), de forma anônima. Mas é preciso também um esforço investigativo, com a polícia buscando possíveis testemunhas nas redondezas. O que não pode é, quase um mês depois, uma pessoa que provavelmente todos os que estavam na cena do crime sabem quem é continuar livre das implicações causadas por seus atos. 

{{ndFunctionFirstNotNull(post.original_author.attributes_map.descricao_de_colunista.value,post.original_author.biography)}}

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Segundo a corporação, a vítima, que não teve o nome nem a idade divulgados, havia sido vista pela última vez por testemunhas na sexta-feira (31), quando se debatia na água
Corpo de homem é encontrado em rio após afogamento, em Bom Jesus do Norte
Osmar Antônio Faustino saiu de casa no último dia 29 de julho e não foi mais visto
Família pede ajuda para encontrar idoso desaparecido em Cariacica
Marco Antônio Nader Borges, mais conhecido como Marquinho Borges
Morre Marquinho Borges, ex-presidente da Câmara de Vereaores de Guarapari

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados