Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Juíza manda ao STF ação da OAB contra cheque especial não usado
Taxa

Juíza manda ao STF ação da OAB contra cheque especial não usado

Luciana Raquel Tolentino de Moura, da 7ª Vara Federal de Brasília, afirma haver conexão entre ação da Ordem dos Advogados do Brasil e outra do Podemos, com o mesmo pleito, movida ao STF

Publicado em 16 de Janeiro de 2020 às 10:58

Redação de A Gazeta

Publicado em 

16 jan 2020 às 10:58
Juros foram limitados a 8% ao mês, mas bancos podem cobrar taxa sobre cheque especial a partir de R$ 500 Crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
A juíza da 7ª Vara Federal de Brasília Luciana Raquel Tolentino de Moura enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra cobrança, por parte dos bancos, da tarifa de disponibilização do cheque especial a clientes que não utilizem o limite.
Na ação civil pública, assinada pelo presidente da Ordem, Felipe Santa Cruz, a entidade também requer que a Justiça determine ao Banco Central que viabilize junto aos bancos a devolução ou o provisionamento do total de valores cobrados a partir de 6 de janeiro de 2020.
A entidade já havia enviado ofício ao Banco Central defendendo a revogação da resolução que limitou a 8% ao mês os juros cobrados pelos bancos no cheque especial, mas permitiu que as instituições cobrem uma tarifa mensal para oferecer o produto a seus clientes.
A medida foi aprovada em novembro durante reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN) - composto pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e pelo secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues - e entrou em vigor no dia 6 de janeiro.
"O custo pago pela abertura do capital ao consumidor (diferentemente de contratos mercantis e com pessoas jurídicas - onde as aberturas de crédito rotativo são normalmente garantidas) é e só deve ser o juro remuneratório cobrado sobre o capital. Qualquer cobrança efetivada ou autorizada para além do preço do capital é abuso de direito", afirma a ação, assinada pelo presidente da OAB.
Para a magistrada, no entanto, a ação deve ser julgada pela Corte Suprema, que já está debruçada sobre uma ação semelhante do Podemos com o mesmo pleito. "Assim, detectada a conexão entre as ações, elas devem ser reunidas, a teor do Parágrafo 1º do art. 55 do CPC, a fim de evitar decisões contraditórias, bem como, in casu, para que se preserve a competência originária do STF", anotou.
Nesta quarta-feira (15), o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, deixou para análise de Gilmar Mendes a ação do Podemos. O caso só deve ser apreciado em fevereiro, após o fim do recesso do judiciário.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Renato Casagrande e Ricardo Ferraço participaram de convenção que lançou chapa do PSDB, presidido por Arnaldinho Borgo
Federação PSDB-Cidadania lança chapa só com deputados estaduais
O serviço será realizado no quilômetro 224 e integra as obras de duplicação da rodovia
BR 101 será interditada nos dois sentidos em Ibiraçu nesta quinta (30)
Imagem de destaque
O que explica os ventos de 100 km/h que causaram mortes, destruição e apagões em SP e RJ

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados