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Diário de Chlóe

Vídeo: Pandoka, a cachorrinha que gosta de passear pelo ES

O projeto Patas na EStrada ajuda a divulgar o Estado através de músicas, pontos turísticos, comércio e, também, para mostrar um pouco do dia a dia do animal

Publicado em 19 de Janeiro de 2021 às 02:00

Públicado em 

19 jan 2021 às 02:00
Rachel Martins

Colunista

Rachel Martins

Vale do Empoçado, Afonso Cláudio
A guia de turismo Amanda Dessaune, tutora da Pandoka (@lhasa_pandoka), criou o projeto @patasnaestrada.es. Crédito: Divulgação
Meu querido diário… Existe coisa melhor do que viajar? Conhecer lugares novos? Colocar o pé na estrada? Mamãe diz que não vê a hora da vacina contra a Covid-19 chegar para realizar pequenos roteiros pelo Espírito Santo, onde existem lugares deliciosos para conhecer.
E, hoje, como sabemos, os pets são membros da família e cada vez mais seus tutores procuram roteiros pet friendly. Às vezes, eles até querem ir para determinado lugar, mas quando descobrem que não aceitam pets, desistem. Pois bem, os equipamentos turísticos que não começarem a se adequar a essa realidade podem ficar para trás nesse mercado que vem ganhando força no Brasil e no mundo.
Foi pensando nisso que a assistente administrativo e guia de turismo Amanda Dessaune Ruas Darós, tutora da minha aumiga virtual Pandoka (@lhasa_pandoka) resolveu unir a sua paixão que é viajar e seu amor por animais para criar o projeto @patasnaestrada.es.
“Sempre fui apaixonada por animais. Na infância, tive dois SRD's, além de coelhos, em Belo Horizonte (passei boa parte da minha infância lá, mas sou capixaba). Na vida adulta, após o casamento, eu e meu esposo, Eduardo, decidimos ter um cachorrinho para trazer ainda mais amor e alegria para a nossa casa. Chegamos a pensar na adoção, mas quando vimos a Pandoka pela primeira vez, sentimos que tinha que ser ela!”, explica.
Ao pesquisar sobre a raça Lhasa Apso e suas origens, Amanda ficou encantada ao saber que se trata de uma raça que veio de mosteiros de monges tibetanos. “Eu tenho muita afinidade com a cultura oriental, como, por exemplo, o budismo”, lembra.
Pandoka veio de Linhares, em maio de 2018, pesando 500 gramas. “Cabia na palma da mão! O nome foi escolhido pelo Eduardo, que achou a pelagem dela parecida com a de um panda e fez a junção com o meu apelido, que é Mandoka”, conta Amanda.

PROJETO

Segundo ela, o Projeto Patas na EStrada começou a ser concebido ainda durante o curso de Turismo. “Mas antes de colocá-lo no ar, resolvi criar o insta da Pandoka apenas para guardar fotos e quando me dei conta estava muito envolvida com ele, divulgando o Estado através de músicas de bandas, pontos turísticos, comércio local e, também, para mostrar um pouco do dia a dia da Pan. E deu super certo. Mas o @patasnaestrada.es começou agora, ainda está em construção, embora já esteja no ar”. ⠀
Até então, de acordo com Amanda, o projeto estava só na sua cabeça e não saía do papel. “Ficava registrando os meus insights em um caderno (um deles foi transformar a Pandoka em cão guia de turismo). Não queria começar antes de comprar um equipamento melhor (uma Gopro, por exemplo). Mas, como sabemos, a vida é para ontem! Então, um belo dia decidi falar com os seguidores sobre o Patas na EStrada e todo mundo amou a ideia. Fiquei muito feliz com a receptividade e fui identificando, através da interação com os seguidores, que falta fonte de informação atualizada para quem deseja viajar com seus pets pelo Espírito Santo.⠀
O objetivo do projeto é contribuir para que o Estado se torne cada vez mais pet friendly, chamar a atenção dos estabelecimentos que ainda não se adequaram a esse mercado, para o fato de que existe demanda.
“A ideia é contribuir, considerando a minha formação no curso de guia de turismo, o perfil @lhasa_pandoka e agora o @patasnaestrada.es e fomentar o turismo regional pet friendly através da divulgação de estabelecimentos, sugestão de roteiros e compartilhamento das viagens dos 'aumigos' que colocam as patinhas na estrada. A pandemia atrapalhou um pouco os planos, mas mesmo assim conseguimos conhecer alguns lugares, adotando os protocolos de segurança. Enfim, a gente quer fazer a diferença na vida dos 'cãopixabas' viajantes”, conclui.
Adorei a ideia. Será que mamãe consegue me levar para viajar pelo Espírito Santo, é que eu sou, digamos, um tanto indomável (risos), e para piorar não sou muito fã de fotos. Mas vou tentar tirar pelo menos uma foto para fazer parte desse projeto como um tijolinho (é assim que são chamados os cãopixabas viajantes do projeto). “É um projeto colaborativo que todos podem ajudar a construir”, diz Amanda.

Rachel Martins

Uma jornalista que ama os animais, assim é Rachel Martins. Não é a toa que ela adotou duas gatinhas, a Frida e a Chloé, que são as verdadeiras donas da casa. Escreve semanalmente sobre os benefícios que uma relação como essa é capaz de proporcionar

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