Os filhos do casal, que estão em regime de estudos via home office, frequentam um colégio britânico e, por isso, junho é o mês que inicia o período de férias escolares, de acordo com o calendário da Inglaterra. “Por mais que estejam tendo aula à distância, de férias eles vão poder se divertir com mais tranquilidade em casa”, diz Marcus, em bate-papo com este colunista na manhã desta terça (13).
A coluna, que não dorme no ponto, quis ouvir a filha de
Zezé Di Camargo, que, por sinal, está bastante animada com a ideia de passar um tempo maior no Espírito Santo. “Estou superfeliz. Primeiro porque vamos estar em um lugar que é solar, um lugar tão lindo, que a gente pode estar perto da natureza, mais perto da família do Marcus para qualquer coisa se precisar... Um lugar que tenho muito carinho”, fala a artista.
Sobre os trabalhos e lives que tem realizado, Wanessa pretende prosseguir com o cronograma mesmo morando no Espírito Santo e só depende de uma “internet boa”, como ela mesma brinca: “Todas as reuniões são online. Se tiver que fazer alguma transmissão, dá para fazer, também, então não vai fazer muita diferença. É só ter uma internet boa”.
Se Wanessa está animada com a mudança programada, José Marcus, de 8 anos, também anda comemorando a vinda temporária para o Estado. Enquanto o pai conversava com este colunista pelo telefone, ele soltou: “Ir para Vitória ficar com meus primos é melhor do que ir para a Disney”.
Ele está se referindo aos filhos da irmã de Marcus,
Eduarda Buaiz, com quem os herdeiros têm grande afinidade. Eduarda é mãe de Arthur e Felipe, frutos de seu casamento com
Cláudio Rezende.
Marcus e Wanessa estão de quarentena desde que o empresário voltou de uma viagem dos Estados Unidos, quando o surto de casos pelo mundo começou a avançar. Com o trabalho feito de forma remota, o capixaba pretende também incrementar sua participação em ações sociais no Espírito Santo.
“A minha ideia é estar próximo do Instituto Protagonizar, um projeto que eu já apoio, para ajudar um pouco no que eu puder a população aí do Estado. No período que ficar aí, mais ou menos de dois meses, que é o que planejamos, dá para fazer bastante coisa legal”, completa ele.