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Covid-19

Gestão pública transparente se sobressai na pandemia

O ES se consolida como exemplo de gestão inovadora, transparente, responsável e equilibrada. Essa avaliação foi realizada por instituições sérias e de referência internacional e nacional

Publicado em 29 de Julho de 2020 às 05:00

Públicado em 

29 jul 2020 às 05:00
Pablo Lira

Colunista

Pablo Lira

O Palácio Anchieta já foi residência dos jesuítas
Palácio Anchieta, sede do governo: ES ganhou destaque com transparência no enfrentamento ao coronavírus Crédito: Setur
Em momentos de crise, a arte da gestão se faz necessária para mitigar os impactos e projetar administrações a frente de seu tempo. Uma vez suplantada as adversidades, as organizações públicas e privadas que se encontram melhor estruturadas acabam apresentando condições diferenciadas para ampliar a vantagem competitiva, implementar inovações e expandir seu valor.
Essa reflexão se aplica para melhor compreender o período atual, no qual o mundo vem sofrendo os efeitos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Na perspectiva da administração pública brasileira, o Estado do Espírito Santo se consolida como exemplo de gestão inovadora, transparente, responsável e equilibrada. Essa avaliação foi realizada por instituições sérias e de referência internacional e nacional.
A inovação capixaba na gestão da pandemia foi reconhecida pela Open Knowledge Brasil (OKBR), que se caracteriza como uma rede mundial que promove a transparência, conhecimento livre e democracia ativa. Por conta das soluções em Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) disponíveis e integradas no portal coronavírus.es.gov.br, o ES se encontra no topo do ranking da transparência das estatísticas sobre o novo coronavírus. Na última avaliação da OKBR, em 22 de julho, o Estado alcançou nota máxima de 100 pontos e se encontrava em primeiro lugar no citado ranking que analisa as 27 Unidades da Federação (UFs).
O Espírito Santo também conquistou nota máxima, ficando em primeiro lugar isolado entre as UFs, no ranking de transparência em contratações emergenciais. Tal avaliação foi realizada em 29 de junho pela Transparência Internacional, instituição atuante em 110 nações e que promove e avalia as boas práticas globais.
Na metade de julho, o ES passou a liderar o ranking de boas práticas no combate à pandemia que é organizado pelo CLP Liderança Pública, uma instituição sem fins lucrativos e suprapartidária. A mencionada classificação utiliza a mesma metodologia do conhecido Ranking de Competitividade dos Estados e considera os indicadores de taxas de casos confirmados e da letalidade da Covid-19, proporção de registros de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), índice de transparência da OKBR, taxa de isolamento social e outras variáveis. O ranqueamento do CLP apresenta como propósito a identificação de boas práticas e a orientação da tomada de decisão dos governos por meio de dados e evidências.
Nesse mesmo período, o Espírito Santo também se destacou no Índice Estadual de Vulnerabilidade à Covid-19, que é calculado pelo Instituto Mercado Popular, uma organização caracterizada como um laboratório de políticas públicas. O mencionado índice utiliza como base a metodologia do Atlas da Vulnerabilidade Social do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e congrega as seguintes variáveis na escala das UFs: Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), receita corrente líquida, gastos com saúde, densidade domiciliar, percentual de pessoas com mais de 65 anos, acesso à coleta de esgoto, pessoas residentes, taxas de UTIs, médicos e respiradores para cada grupo de 100 mil habitantes.
Por conta dos resultados dos indicadores socioeconômicos, fiscais e de infraestrutura em saúde o ES se posicionou no quadro de UFs com menor vulnerabilidade à pandemia do novo coronavírus.
A gestão responsável e equilibrada do governo estadual está contribuindo com a mitigação e controle da pandemia no território capixaba. Na administração pública, em momentos de crise, a gestão republicana, democrática e técnico-científica mostra o seu valor e favorece a amenização dos impactos na sociedade.

Pablo Lira

Pos-Doutor em Geografia, mestre em Arquitetura e Urbanismo (Ufes), pesquisador do IJSN e professor da Universidade Vila Velha (UVV). Escreve as quartas

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