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Professora da Ufes diz que escolha de reitor é atribuição do presidente

Surama  Freitas, que não vai se submeter a consulta promovida pela comunidade universitária, aposta na lista tríplice dos Conselhos da Ufes

Publicado em 22/10/2019 às 20h18
Surama é a candidata da direita na eleição para reitor da Ufes. Crédito: Arquivo Surama Freitas
Surama é a candidata da direita na eleição para reitor da Ufes. Crédito: Arquivo Surama Freitas

A professora Surama Freitas, do Centro de Ciências Agrárias,  diz que não vai participar da consulta à comunidade universitária no processo de escolha de reitor da Ufes porque não concorda com esse procedimento: “Conforme a lei, a indicação de reitores nas universidades federais é atribuição presidencial e não dos sindicatos”.

Segundo Surama, as universidades podem institucionalmente fazer uma consulta prévia à votação oficial no colégio eleitoral, mas para essa eleição, excepcionalmente, a Ufes optou por não fazê-lo. “Nesse vácuo institucional, o Diretório Central dos Estudantes e os sindicatos de docentes e de servidores técnico-administrativos decidiram promover uma consulta.”

Surama de Freitas

Professora do Centro de Ciências Agrárias

"A direita quer a institucionalidade e a lei na eleição para a Reitoria da Ufes"

Ela observa que a lei em vigor prevê que a escolha de reitor seja feita por indicação presidencial a partir de uma lista tríplice definida pelos Conselhos Superiores da Ufes, o chamado Colégio Eleitoral que vai definir o novo comando da universidade pelos próximos quatro anos.

“A pesquisa informal não é institucional da Ufes nem reconhecida pelo MEC. A disputa e o processo de designação para o cargo de reitor requer a observância da lei e das regras formais”, defende a professora de Medicina Veterinária, que anunciou que vai participar apenas da votação oficial do Colégio Eleitoral, prevista para 5 de dezembro.

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