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Leonel Ximenes

Pazolini pede que secretários não usem celulares da Prefeitura de Vitória

Prefeito determinou critérios mais rígidos para concessão das cerca de 400 linhas cedidas pela PMV a servidores

Publicado em 26 de Janeiro de 2021 às 17:19

Públicado em 

26 jan 2021 às 17:19
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Pazolini usa seu próprio celular na prefeitura
Pazolini usa seu próprio celular na Prefeitura de Vitória Crédito: Larissa Lacerda/Ales
O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), pediu aos seus secretários que façam como ele e abram mão dos telefones celulares institucionais. O pedido vem após a nova gestão constatar que cerca de 400 linhas de telefonia celular estavam à disposição de servidores municipais. Segundo a coluna apurou, até agora nenhum secretário solicitou o aparelho da municipalidade.
Segundo um membro do primeiro escalão da PMV, havia casos em que não se sabia sequer quem estava com o número cedido gratuitamente pela prefeitura para uso institucional.
Ao tomar conhecimento do descontrole, o prefeito determinou a definição de novos critérios para o uso dos telefones institucionais, com teto para consumo, controle rígido e garantia de fornecimento de aparelhos para serviços essenciais e unidades escolares.
Segundo a mesma fonte da Prefeitura de Vitória, outras irregularidades foram descobertas. Na Guarda Municipal, por exemplo, os veículos e os radiocomunicadores da corporação são equipados com GPS desde novembro de 2019, mas os equipamentos nunca funcionaram.
A nova gestão diz que constatou que o sistema operacional dos equipamentos não foi compatibilizado com a central da Guarda. O valor mensal do contrato é de R$ 4.743,20 - total de R$ 56.917,40 ao ano.

Atualização

26/01/2021 - 5:53
Em contato com a coluna, o coronel Fronzio Calheira, ex-secretário de Segurança Urbana, órgão ao qual a Guarda Municipal de Vitória é subordinada, diz que a reclamação da atual gestão não procede. Segundo ele, o sistema opera via internet e não precisa de um software específico para funcionar. "Todos os gerentes e coordenadores foram treinados para operar a comunicação da Guarda Municipal. É uma ferramenta muito importante porque monitora os veículos da Guarda, em tempo real, trazendo economia para o município. Agora, se os atuais gestores acham que esse sistema não é útil, é um direito discricionário da administração. É só rescindir o contrato", afirma Calheira. 

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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