ASSINE
O cotidiano das nossas cidades, a cultura, a política, a economia e o comportamento da sociedade estão no foco da coluna, que também acompanha de perto as políticas públicas e suas consequências para os cidadãos

Deputada Lauriete come rato frito no interior do Nordeste. Veja o vídeo

Parlamentar teve a experiência durante uma missão religiosa numa comunidade pobre no sertão da Paraíba

Vitória
Publicado em 21/12/2020 às 14h07
Atualizado em 21/12/2020 às 14h20
Lauriete come o rato frito: ela aprovou o sabor
Lauriete come o rato frito: ela aprovou o sabor. Crédito: Reprodução de vídeo

Quem não tem cão, caça com gato, diz o adágio popular. Mas no sertão da Paraíba a fome e a pobreza levam os moradores a comer carne de rato, em vez de carnes mais convencionais. Essa experiência radical foi vivenciada pela cantora gospel e deputada federal Lauriete (ES), que comeu o bicho frito neste domingo (27), no interior do Nordeste.

A parlamentar acompanhou missionários integrantes do grupo evangélico Gideões da Última Hora, da cidade de Balneário Camboriú, no litoral catarinense. O vídeo foi gravado na comunidade de Retiro, município de Patos, durante uma pequena festa, chamada Natal Missionário, para comemorar o Natal.

“Isso aqui é tradicional, comer isso aqui é normal. É rato”, relata a deputada no vídeo no momento em que segura o roedor já tratado e pronto para ir à frigideira. “A gente hoje vai experimentar o rato”, acrescentou.

Um morador, que parece ser o anfitrião, começa a fritar o roedor e diz a Lauriete que na região comer rato “é normal”. “Eu já comi várias vezes aqui no sertão. Pra mim é tranquilo, mas quem vem pela primeira vez é difícil encarar o bichinho”, admite.

Lauriete em seguida ajuda a fritar o rato, num fogão a lenha, e depois que o bicho foi frito, ela começa a degustá-lo, acompanhado de um suco. “É bom, bem temperadinho”, elogia. Em seguida a deputada oferece o rato a uma pessoa e diz: “Silvana, tem que comer”, e continua a comer o bicho frito. Pelo gesto da cabeça e pelo apetite, parece que Lauriete aprovou a carne "exótica". “Glória a Deus”, diz uma voz masculina não identificada.

"A carne é bem semelhante à de frango", compara Lauriete. "Vivi  uma experiência muito forte de estar com estas famílias, porque são pessoas excluídas e que não tem acesso a muita coisa, principalmente à agua. É uma dura realidade que a gente vivenciou e conheceu nessas comunidades", descreveu Lauriete à coluna. 

Ela conta que a experiência a transformou. "Além de levarmos a palavra de Deus e alguns mimos para as crianças, levamos alimentos, principalmente o feijão, que foi distribuído para algumas famílias carentes. Volto com uma outra visão de vida", destaca.

No final do vídeo aparece Lauriete dando pacotinhos com doces e brinquedos a crianças da comunidade do interior paraibano.

A Gazeta integra o

Saiba mais

Se você notou alguma informação incorreta em nosso conteúdo, clique no botão e nos avise, para que possamos corrigi-la o mais rápido possível

Para melhorar a sua navegação, A Gazeta utiliza cookies e tecnologias semelhantes como explicado em nossa Politica de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com tais condições.

Bem-vindo

A Gazeta deseja enviar alertas sobre as principais notícias do Espírito Santo.