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Leonel Ximenes

Comitê de candidato ligado aos direitos humanos em Vitória é roubado

Foram levados objetos  e três carimbos do comitê eleitoral da advogado Bruno Toledo, em Tabuazeiro

Publicado em 14 de Outubro de 2020 às 13:41

Públicado em 

14 out 2020 às 13:41
Leonel Ximenes

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Leonel Ximenes

O cadeado do comitê que foi arrombado
O cadeado do comitê que foi arrombado Crédito: Bruno Toledo
O comitê eleitoral do candidato a vereador Bruno Toledo (Cidadania) foi arrombado nesta madrugada no bairro Tabuazeiro, em Vitória. Do imóvel foram levados um ventilador, um carregador de celular, um mergulhão, um caneco, uma colher e três carimbos, o que, particularmente, preocupa o advogado militante dos direitos humanos.
“Os prejuízos materiais foram pequenos, mas fico preocupado com o eventual uso desses carimbos, que trazem minha assinatura. Alguém pode falsificar uma correspondência e usar o meu nome neste carimbo de forma indevida”, disse o candidato que deixou este ano a Secretaria Municipal dos Direitos Humanos de Vitória para se candidatar a uma vaga na Câmara de Vereadores.
Bruno conta que até ontem (13), por volta das 19h, tinha um apoiador no seu comitê. Ele conclui que o furto pode ter ocorrido no final da noite ou na madrugada de hoje (14). O candidato fez um boletim de ocorrência na Polícia Civil.
O ladrão (ou ladrões), segundo Bruno, parece que tinha habilidade em arrombar portas, haja vista que apenas o cadeado da porta externa foi danificado. A segunda porta de acesso ao comitê, de vidro, foi aberta sem dano algum. Foram detectadas também pegadas no chão do imóvel localizado na Av. Coronel José Martins de Figueiredo, 500.
“Não tenho a menor ideia de quem pode ter feito esse ato criminoso. Aparentemente, se trata de um furto comum, porque levaram um ventilador e um carregador de celular. Mas o que me preocupa mesmo são os carimbos”, pondera.
Além de secretário dos Direitos Humanos de Vitória, Bruno Toledo já foi membro da Comissão Justiça e Paz (CJP) da Arquidiocese de Vitória e presidente do Centro Estadual dos Direitos Humanos (CEDH). Nesta condição, ele chegou a ir à ONU, na Suíça, denunciar as condições sub-humanas dos presos no ES, as chamadas masmorras.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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