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Leonel Ximenes

Cliente reclama que pão fica duro de um dia pro outro e diz que vai à polícia

Em áudio que viralizou em grupo de moradores de Vitória, consumidor afirma que vai recorrer também ao Procon

Publicado em 27 de Novembro de 2024 às 12:35

Públicado em 

27 nov 2024 às 12:35
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

O pão francês custa normalmente 70 centavos na padaria Bolinho de Chuva
Para o cliente, pãozinho só fica bom no dia da compra  Crédito: Divulgação
Que a vida é dura, todo mundo sabe, mas comer pão duro já é demais, para algumas pessoas. Um áudio postado nesta semana em um grupo de moradores de um bairro de Vitória viralizou porque o suposto cliente, em tom de indignação, diz que vai recorrer à polícia e ao Procon porque o pão que ele compra numa famosa padaria da Capital fica duro no dia seguinte à aquisição.
“Recado para a padaria (...): vocês estão cometendo uma infração, vocês assam o pão num dia, ele fica molinho; no outro dia ele está duro que nem uma pedra”, reclamou o homem com voz pausada e solene.
Para o suposto cliente, essa “perecibilidade precoce” do produto não passa de uma estratégia comercial da padaria: “Isso é uma forma de incentivar o comprador a comprar mais pão”, deduziu.
Revoltado com a situação, o consumidor ameaçou recorrer aos órgãos oficiais: “Se vocês não derem um jeito nisso, vou denunciar vocês à polícia”, avisou no primeiro áudio que postou. Em seguida, ele complementa em outro áudio, curto: “E no Procon também”.
No grupo do bairro, os comentários foram variados, inclusive de apoio ao reclamante. "O pão de sal eu adoro", disse um morador, que foi rebatido por outro: "Sim, na fornada, pois no outro dia está uma pedra. Golpe para cliente comprar". Outro ponderou: "É difícil, gente, cada um gosta de um jeito. Eu detesto pão moreno e muito crocante", agora na discussão derivada para qual a melhor característica de um pãozinho.
A coluna omitiu o nome da padaria, para preservá-la, e optou por revelar apenas o caso que viralizou no grupo do bairro.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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