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12 de janeiro

Dia do Cronista Capixaba reverencia obra de Rubem Braga

Data que celebra todos os cronistas do Espírito Santo foi inspirada no escritor cachoeirense

Públicado em 

12 jan 2021 às 02:00
Herbert Soares

Colunista

Herbert Soares

O cachoeirense Rubem Braga foi considerado o maior cronista brasileiro do século XX
O cachoeirense Rubem Braga foi considerado o maior cronista brasileiro do século XX Crédito: Gildo Loyola/Arquivo
Hoje, 12 de janeiro, comemora-se o Dia Estadual do Cronista Capixaba. A data, instituída em 2013, deriva de projeto de lei apresentado pelo deputado estadual Doutor Hércules Silveira e atualmente é regida pela Lei nº 11.212, de 29 de outubro de 2020, sancionada pelo governador Renato Casagrande.
Quanto ao Espírito Santo, trata-se da primeira data relevante do ano, ou seja, ela abre o calendário oficial de semanas e dias comemorativos no âmbito do Estado. Uma honra para todos os cronistas capixabas e, em especial, para a figura que inspirou a criação desse dia: o jornalista Rubem Braga (1913-1990), filho ilustre de Cachoeiro de Itapemirim.
Radicado a maior parte da vida na cidade do Rio de Janeiro, na mítica cobertura em Ipanema, o “velho Braga” é considerado um dos grandes gênios da crônica literária brasileira. Com milhares de textos publicados em mais de 50 anos de carreira, consagrou-se na história da imprensa pelo estilo original e fascinante, que ia do rio Itapemirim à praia de Copacabana e chegava até as batalhas da Segunda Guerra Mundial.
O Dia dos Cronistas, portanto, na mesma data de nascimento de Rubem Braga, reverencia a sua brilhante obra. Na justificativa do mencionado projeto, que foi sugerido ao deputado pelo professor Francisco Aurelio Ribeiro, também colunista de A Gazeta, o proponente destacou que, além de exaltar o escritor cachoeirense, o objetivo é valorizar a cultura e a criação intelectual capixaba.
Nesse sentido, a partir da homenagem a Rubem Braga, celebra-se, de forma geral, o importante trabalho dos autores locais, do passado e do presente, os desconhecidos do grande público e nomes marcantes da literatura capixaba como Amâncio Pinto Pereira, Haydée Nicolussi, José Carlos Oliveira, Bernadette Lyra, o próprio Francisco Aurelio Ribeiro, entre muitos outros.
Assim, conforme estabelecido na legislação, a data deve ser valorizada e amplamente divulgada. Por isso, nos próximos anos, espera-se que, mediante seminários, palestras e outras estratégias, ela seja transformada em algo maior do que um mero registro no calendário e contribua para estimular o consumo de literatura, despertar talentos e formar uma nova geração de interessados nos nossos autores.

Herbert Soares

É mestre em História pela Ufes. Neste espaço, a história capixaba é a protagonista, sem deixar de lado as atualidades. Escreve às terças.

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