- Antes tarde do que não
- Afetos no lugar
- Adília Lopes se foi, mas deixou a rota: ler, escrever, ouvir música, andar a pé, brincar
- Bem-aventurado o coração que é leve
- Brechas deixam a luz entrar
- Balanço eu gosto, gangorra não [Esta não é uma frase sobre parques]
- Coragem, substantivo feminino
- Como diziam os samurais, enquanto se possa mexer, treine o corpo; enquanto não se possa mexer, treine a mente
- Conceição Evaristo também tem toda razão: “Comecei a escrever aos 40. Comecei a me sentir viva aos 70. Não somos novas demais ou velhas demais para nada”
- Destralhar, desapegar e dormir bem
- Dialogar também é sobre saber calar
- Duras, Marguerite: “Não podemos escrever sem a força de um corpo”
E
- É na escrita que a gente se entende
- É na escrita que a gente se encontra
- Esforços sinceros ainda me comovem
- Firme para que não escape, delicado para que não sufoque
- Filtro em bastão: descobri que gosto
- Fernanda Torres é o cara [A vida presta]
G
- Grafite 1.9 na mesma velha lapiseira amarela
- Gelo na nuca faz bem
- Gengibre contra as inflamações
- Habitar abraços
- Hilst, Hilda: Fico Besta Quando me Entendem
- Hoje continua sendo um bom dia para começar
- Invencionices, inspirações
- Importante é o que faz bem
- Ingratidão dói
- July, Miranda, no livro destes dias: “Mas é claro que uma mulher tem mais complexidades do que um boneco e que ela vai se tornando ela mesma não de uma vez por todas, mas ciclicamente, crescendo, minguando, às vezes desaparecendo”.
- Kind of Blue segue sendo uma trilha sonora e tanto.
- Livrar-se, em todos os sentidos
- Lembrar pra não esquecer: toda casa que habita vida tem bagunça
- Li e concordo plenamente: não acredite em tudo o que você pensa quando está cansado
- Melodia e Miles, meus parças
- Mikhalkova, Elena: “Em tempos difíceis, você avança em pequenos passos, um depois do outro. Faça o que você tem que fazer, mas passo a passo. Não pense no futuro, nem no que pode acontecer amanhã. Lave os pratos. Retire o pó. Escreva uma carta. Faça uma sopa. Você está avançando passo a passo".
- Movimento, um santo remédio
- Narcisismo cansa
- Nunca é demais lembrar que o que vai acontecer já está acontecendo
- Não há boa intenção em defender uma internet sem leis
- O que disse o compositor: as coisas passando eu quero é passar com elas eu quero
- O fundo do poço não é um lar
- O preço do controle é a eterna vigilância
- Parágrafos, textos, livros
- Perguntas, mais que respostas
- Propósito, porquês
- Quem é você quando ninguém está olhando?
- Quando desistir e quanto insistir?
- Quais coisas são inegociáveis?
- Reforma às vezes, às vezes revolução
- Rituais, especialmente os pequenos
- Repetir, porque sim: potência nos começos, atenção na execução, capricho no arremate, inclusive no avesso
- Subversões, desde as menores
- Simas, L.A.: “Divertido, diverso, diversão, diversidade. Mesma raiz, a alegria de enxergar as coisas de outras formas e outros jeitos, como cambalhotas de meninos arteiros”.
- Sol, sempre que possível
T
- Ter raízes no lugar de âncoras
- Trívia, deusa das encruzilhadas
- Todo ano, o ano todo: tolerância, menos com os intolerantes
- Um amor: cobogó
- Um modo de ir: um degrau de cada vez
- Um jeito de ser: fazer do estar-no-mundo um estar-em-casa
- Vitamina D
- Vinagrete de banana da terra: das receitas que pretendo experimentar
- Você ouve mesmo ou apenas espera sua vez de falar?
- Wi-fi facilita
- Woolf, Virginia: “Aqui estão minhas resoluções para os próximos três meses. Não ter nenhuma. Para não ser amarrada por elas. Ser livre e gentil comigo mesma. Parar de me irritar pela garantia de que nada vale a irritação. Às vezes ler, às vezes não ler. Sair, sim — mas ficar em casa apesar de ser convidada. Quanto a roupas, comprar boas”.
- Wabi Sabi, mais uma vez, o conceito japonês que nos libera às imperfeições
- Xadrez, poás, estampas variadas
- Xampu não testado em animais e creme para cachos
- Xodó, cafuné, dengo: das palavras que eu gosto de graça
- Y nunca facilita a vida de um dicionário
- Zelo com a gente mesmo
- Zimbro, zaatar, curcuma, canela, cardamomo - coentro não
- Zarpar quando for preciso, e não esquecer o motivo de nenhuma das partidas