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Debate

Governo do ES ainda não tem posição sobre aumento de ICMS nas compras de até US$ 50

O Conselho Nacional de Secretários da Fazenda se reúne, nesta quarta-feira (13), em Brasília, e este será um dos temas tratados. Shopee, Shein e AliExpress são alguns dos sites mais acessados

Publicado em 13 de Março de 2024 às 11:11

Públicado em 

13 mar 2024 às 11:11
Abdo Filho

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Abdo Filho

Shein, compra on-line, aplicativo
Plataforma de compras on-line da Shein Crédito: Shutterstock
O governador Renato Casagrande e o secretário de Estado da Fazenda, Benício Costa, ainda não bateram o martelo sobre qual será a posição do governo do Espírito Santo no debate acerca do aumento do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços), de 17% para 25%, cobrado nas compras de até US$ 50 (R$ 250) feitas em sites estrangeiros - Shein, Shopee, AliExpress e outros. O Comsefaz (Conselho Nacional de Secretários da Fazenda) se reúne, nesta quarta-feira (13), em Brasília, e este será um dos temas tratados.
"Ainda não temos uma opinião formada. Estamos estudando o tema, ouvindo os especialistas, o setor produtivo e iremos ao Comsefaz escutar o que cada Estado tem para a dizer. A ideia é alinharmos a questão para que, no mês que vem, em abril, na reunião do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), que é um órgão de deliberação, cheguemos a uma conclusão. O setor produtivo, principalmente as entidades do comércio, estão pressionando por um imposto maior em cima das compras vindas de fora, estamos em fase de avaliação", explicou o secretário Benício Costa.
Hoje, as compras de até US$ 50 vindas de sites estrangeiros não pagam o imposto de importação, que é federal, mas, desde junho do ano passado, pagam ICMS. No Espírito Santo, a arrecadação média mensal está em R$ 5 milhões. O governo federal está de olho na discussão porque também pretende tarifar, mas não quer arcar com o ônus político da decisão sozinho. Do lado dos que apoiam o imposto estão as entidades de indústria e comércio, que se veem prejudicadas com a isenção dada. Do outro lado da corda estão os milhões de brasileiros que compram produtos lá fora diariamente. 

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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