Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Dificuldade

A fila bilionária dos exportadores de rocha no Espírito Santo

Reforma realizada em terminal do Rio de Janeiro, por onde sai grande parte do material vendido para fora, deu um nó no escoamento da produção da indústria capixaba

Publicado em 18 de Fevereiro de 2025 às 15:22

Públicado em 

18 fev 2025 às 15:22
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

Operação no Porto de Capuaba, em Vila Velha
Operação no Porto de Capuaba, em Vila Velha Crédito: Fernando Madeira
A fila de rochas (blocos e já beneficiadas) já prontas para exportação superou os US$ 200 milhões (R$ 1,13 bilhão na cotação desta terça-feira), no final de 2024 e início de 2025, no Espírito Santo. De acordo com Centrorochas (entidade que representa os exportadores) e Sindirochas, responsáveis pelo levantamento, o empoçamento de produtos se deu por causa de um velho conhecido do setor produtivo: os gargalos logísticos.
"Boa parte da nossa exportação é feita pelo Rio de Janeiro. Os produtos saem do Porto de Vitória, vão para o Rio de Janeiro e, de lá, vão para o seu destino final. O terminal que nos atende passou por obras e a produção acabou ficando parada nos galpões das empresas. Como não temos alternativa, já que Vitória não faz mais longo curso, acabou que não conseguimos embarcar. Nossas exportações ficaram perto de US$ 1,3 bilhão, em 2024, se tivéssemos uma infraestrutura adequada, teria superado US$ 1,5 bilhão. Queremos buscar os US$ 3 bilhões, mas só conseguiremos se tivermos portos. Felizmente as obras no Rio acabaram e, por isso, tivemos o melhor janeiro da história, mas toda hora surge algo diferente, e isso é um grave problema", disse Tales Machado, presidente do Centrorochas, nesta terça-feira (18), na abertura da Marmomac Brazil, feira do segmento, em São Paulo.
Há tempos que o setor sofre com as dificuldades de escoamento. Em julho do ano passado, o Centrorochas chegou a assinar uma dura carta reclamando das condições do Porto de Vitória. As coisas melhoraram um pouco no terminal capixaba, mas, olhando para o longo prazo, o setor produtivo local carece de mais alternativas para movimentar cargas. A indústria de rochas é apenas a ponta do iceberg.
*A coluna viajou a convite da Milanez & Milaneze.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Antônio Carlos Veiga de Freitas, de 27 anos, mora em Guaçuí e desapareceu após uma festa em Vila Velha
Advogado de Guaçuí desaparece após festa em Vila Velha
Imagem de destaque
O que Jorge Messias pensa sobre STF, big techs e tamanho do Estado
Armazém da Cooabriel em São Gabriel da Palha, cidade onde fica também a sede da cooperativa
Cooperativa distribui R$ 6,3 milhões aos seus cooperados no ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados