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CPI da Covid

Renan classifica negociação com vacina indiana como "absurda"

O relator da CPI também afirmou que,  o empresário Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, poderá ser alvo de uma condução coercitiva se não comparecer à comissão

Publicado em 22 de Junho de 2021 às 14:35

Agência Estado

Publicado em 

22 jun 2021 às 14:35
Relator da CPI da Covid, Renan Calheiros, durante depoimento de Mayra Pinheiro
Relator da CPI da Covid, Renan Calheiros, durante depoimento de Mayra Pinheiro Crédito: Leopoldo Silva/ Agência Senado
O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da CovidRenan Calheiros (MDB-AL), classificou como "absurda" a negociação do governo do presidente Jair Bolsonaro para compra da Covaxin e afirmou que o empresário Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, poderá ser alvo de uma condução coercitiva se não comparecer à comissão. O depoimento está marcada para esta quarta-feira (23).
Conforme o Estadão revelou, documentos do Ministério das Relações Exteriores mostram que o governo comprou a vacina indiana Covaxin por um preço 1.000% maior do que, seis meses antes, era anunciado pela própria fabricante. A compra das doses, produzidas pelo laboratório Bharat Biotech, representado no Brasil pela Precisa Medicamentos, entrou na mira da CPI. A ordem para a aquisição da vacina indiana partiu pessoalmente do presidente Jair Bolsonaro.
"Nós vamos aprofundar, nesta semana teremos um olhar especial para a negociação da Covaxin, que parece absurda sobre qualquer aspecto", disse Renan Calheiros em entrevista a jornalistas no Senado. "Era a vacina mais cara com o mais demorado calendário", destacou o parlamentar. Renan chamou a atenção para o fato de a Covaxin ser a única vacina comprada pelo governo brasileiro por meio de um "atravessador", no caso, a empresa Precisa.
O depoimento do empresário está marcado para esta quarta-feira (23). Se ele não vier, declarou o relator, a CPI vai adotar as mesmas medidas solicitadas no caso do empresário Carlos Wizard - ou seja, poderá ser alvo de uma condução coercitiva com autorização da Justiça. "A cada dia a Comissão Parlamentar de Inquérito tem mais dúvida sobre o caráter transparente e correto dessa negociação", disse Renan.

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