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Rio de Janeiro

Mulher que teve tumor de 46 kg removido morre 11 dias após cirurgia

Mineira de 45 anos sofreu uma parada cardiorrespiratória 11 dias após realizar o procedimento; com 1,52 m de altura, paciente pesava 150 kg e convivia com o tumor havia cinco anos

Publicado em 12 de Setembro de 2022 às 17:18

Agência FolhaPress

Publicado em 

12 set 2022 às 17:18
RIO DE JANEIRO - Morreu nesta segunda-feira (12) a mulher de 45 anos que teve retirado um tumor de 46 kg em um hospital em Itaperuna (RJ), apenas 11 dias após a realização do procedimento. Era esperado que ela tivesse alta do CTI (Centro de Tratamento Intensivo), para seguir recuperação em um quarto, mas a mineira teve uma parada cardiorrespiratória.
"Infelizmente, ela não resistiu. A paciente estava evoluindo de maneira muito satisfatória ao procedimento, entretanto, em virtude de uma parada cardiorrespiratória na tarde deste domingo, veio a falecer", disse ao UOL Glaucio Boechat, médico-cirurgião, que operou a paciente de emergência para a retirada do tumor gigante.
O transplante capilar é uma das últimas opções para o tratamento da calvície
O transplante capilar é uma das últimas opções para o tratamento da calvície Crédito: Reprodução/Freepik
A paciente é natural de Minas Gerais, mas morava em Itaperuna. Com 1,52 m de altura, a mulher pesava 150 kg e convivia com o tumor havia cinco anos, segundo o médico.
A cirurgia durou cerca de duas horas e aconteceu no Hospital São José do Avaí, no dia 31 de agosto.
"Foi o maior tumor que eu operei e certamente um dos maiores que alguém já operou. Não é todo dia que se faz uma cirurgia de um tumor desse tamanho, não", disse Boechat, após a cirurgia.
A mulher deu entrada na unidade de saúde sentindo muita falta de ar, justamente devido ao tumor.
A suspeita é de que o tumor se formou no útero, mas só uma biópsia pode confirmar — o resultado tem previsão de ser dado em cerca de 10 dias.
"É de suma importância nunca negligenciar qualquer sintoma. Ao primeiro sinal, procurar auxílio médico, visando um diagnóstico precoce, possibilitando ao profissional buscar intervenções enquanto há controle no processo evolutivo da doença", explicou o médico, na ocasião.

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