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Prisão preventiva

Médico suspeito de causar 42 mortes é preso em hospital no interior de SP

João Batista de Couto Neto é cirurgião e, segundo os relatos à polícia, realizava procedimentos desnecessários e sem protocolo sanitário adequado

Publicado em 15 de Dezembro de 2023 às 17:39

Agência FolhaPress

Publicado em 

15 dez 2023 às 17:39
João Batista de Couto Neto, 46, foi preso na quinta-feira (14) durante atendimento em um hospital público de Caçapava, no interior de São Paulo
João Batista de Couto Neto, 46, foi preso na quinta-feira (14) durante atendimento em um hospital público de Caçapava, no interior de São Paulo Crédito: Reprodução/Redes Sociais
O cirurgião João Batista de Couto Neto, 46, foi preso na quinta-feira (14) durante atendimento em um hospital público de Caçapava, no interior de São Paulo. Couto Neto é suspeito de ter causado a morte de 42 pacientes e ferido outros 114 na cidade de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Ele foi alvo de dezenas de denúncias a partir de novembro do último ano e, segundo os relatos à polícia, realizava procedimentos desnecessários e sem protocolo sanitário adequado.
A prisão preventiva do suspeito foi decretada há duas semanas, após a Justiça gaúcha encontrar indícios de homicídio doloso -quando há intenção de matar- em três dos casos investigados. O médico, porém, havia se mudado para São Paulo e transitado por vários hospitais na capital e no interior.
Em nota, o advogado Brunno Pires diz ter recebido com surpresa a notícia da prisão de seu cliente e que protocolou pedido de habeas corpus. "A decisão não se reveste de qualquer fundamento jurídico e constitui clara antecipação de pena, com a finalidade de coagir e constranger o médico", disse Pires.
Segundo a SSP (Secretaria da Segurança Pública) de São Paulo, na tarde desta sexta (15) o suspeito passa por audiência de custódia na tarde desta sexta-feira (15). As investigações são conduzidas pelo 1° DP de Novo Hamburgo. Quando surgiram os primeiros relatos contra o médico, a Justiça o proibiu de operar por seis meses, e esse prazo expirou em outubro deste ano. O advogado do suspeito afirma, contudo, que ele não realiza cirurgias desde a proibição. Ao deixar Novo Hamburgo, o suspeito trabalhou em unidades de saúde da cidade de São Paulo, como a AMA (Atendimento Médico Ambulatorial) Sacomã e o Hospital do Mandaqui.

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