Nos últimos anos, o mercado de seguros pessoais e benefícios corporativos no Brasil passou por uma transformação significativa. A pandemia acelerou a percepção de que a proteção financeira e o apoio à saúde – física e mental – não apenas garantem segurança aos trabalhadores, mas impactam diretamente na sustentabilidade e na produtividade das empresas.
Atualmente, oferecer um pacote de benefícios bem estruturado deixou de ser diferencial e passou a ser requisito estratégico para atração, retenção de talentos e gestão eficiente do capital humano.
Dados recentes do setor indicam que a arrecadação com seguros de pessoas cresce de maneira constante no país, com destaque para os seguros de vida e acidentes pessoais contratados por empresas. As soluções coletivas ganham força justamente por aliarem custo acessível, abrangência e facilidade de gestão.
O que antes era entendido como um mero benefício extra agora é visto como instrumento de planejamento pessoal e profissional, permitindo ao trabalhador garantir amparo em situações de risco e organizar sua própria vida financeira com mais segurança.
Somente em 2024, a arrecadação com seguros de pessoas somou R$ 72,7 bilhões, um crescimento de 16,2% em relação a 2023, desempenho bem superior ao índice da inflação. Os prêmios de vida individual cresceram 21,5%. O levantamento é da CNseg - Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização.
Os números mostram claramente que o mercado está crescendo de forma robusta, especialmente nas linhas de vida individual e acidentes pessoais.
No mercado capixaba, observamos grande engajamento de entidades representativas, corretores e seguradoras no fortalecimento da cultura de proteção corporativa. O setor vem se mobilizando em torno de capacitações, modernização de produtos e incentivo a soluções direcionadas ao segmento PME - Pequenas e Médias Empresas, que representam a maior parte das organizações do Estado e têm enorme potencial de adesão a esse tipo de benefício.
É nesse contexto que começou a operar no Estado o Clube Pres de Benefícios, com uma proposta de contribuir para um ecossistema de gestão transparente de seguros de vida em grupo e acidentes pessoais.
Acreditamos que agentes econômicos do setor alcançam mais eficiência ao oferecer soluções não apenas para empresas, mas também para entidades de classe, corretoras de seguros e seguradoras, auxiliando na gestão, estruturação e aprimoramento de programas de proteção coletiva.
Mais do que oferecer um produto, penso que nosso compromisso deve ser de contribuir para que empresas capixabas e nacionais construam ambientes de trabalho mais seguros, produtivos e sustentáveis. Quando o colaborador se sente amparado, ele produz mais, permanece por mais tempo na empresa e se engaja de forma genuína com seus objetivos.
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