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Joan Didion em 1968
Ana Laura Nahas

Enquanto escrevo, sou amiga ou faço pilates com Joan Didion

Sonho acordada: talvez falássemos da mania dela de guardar manuscritos no congelador, do seu amor pelo caubói John Wayne, do quanto a vida muda num instante, de repente, do nada
Daniel Bertollo Soares

Felicidade relativizada: como saber o que é ser feliz?

Qual a verdadeira finalidade da vida em sociedade, afinal? Gerar valor para o outro ou para si próprio? E será que essa tendência de compensação pelo serviço ao outro não tem destruído a nossa própria razão de existir?
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Crônica

Quer ver a sua mãe mortinha?

Quem, nos tempos da escola primária, não reagiu, incrédulo, ao ouvir de um colega algo até então impensável: “Jura? Que ver a sua mãe mortinha?”
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Crônica

Médicos do ES: o prazer de pertencer à Ames

O baile de gala da atual equipe da Associação Médica do Espírito Santo (Ames) comemorou 100 anos da instituição. E a biblioteca, que recebeu o nome de Luiz Buaiz, foi reformada
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Crônica

As gírias mudam, o mau gosto, não

Fui me embrenhando por essa selva de gírias para tentar me esquecer de algo que li no jornal. A notícia contava que a Prefeitura de Vila Velha anda analisando a ideia de fincar uma gigantesca placa, na matinha do Morro do Moreno
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Sextas Crônicas

Um abraço no espelho é tudo o que você precisa hoje

Você não vai morrer porque não deu tempo de entregar o projeto, chegar para a reunião ou pegar o voo. Tudo isso vai passar. Amanhã faz o ontem menor
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Crônica

O pó nosso de cada dia

Como viajamos na semana passada, o carro passou bem uns cinco dias ao relento, em frente de casa. Sua lataria escura estava coberta por uma camada espessa e meio peguenta de sujeira
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Crônica

O dia em que driblei Garrincha no Engenheiro Araripe

Fiquei três dias impactado, só lembrando daquele minuto e meio de glória que me vale, até hoje, uma eternidade
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Crônica

O dia em que o Topo Gigio me fez parar na cadeia

Para mim, pessoalmente, esse tal de Topo Gigio não teve a menor graça. Graça mesmo tinha um outro preso que me ensinou como eles chamavam o relógio despertador: bobo alegre
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Crônica

No escurinho do cinema, o drops de anis e os Beatles

A não ser remetendo-se ao passado, ninguém entende mais de cinema e seus adereços, o que incluía toda a espécie de desejos, terrores, amores, guerras, cowboys
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