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Vista aérea do Estádio Azteca, que recebera jogos de Copa do Mundo pela terceira vez
Francisco Aurelio Ribeiro

A emoção de mais uma Copa do Mundo

Herdei de meu pai a paixão pelo futebol. Quando nasci, há 70 anos, já ouvia suas histórias de ter ido ao Maracanã, em 1950
Crônica

Carta aberta a Carmélia Maria de Souza

Você tinha razão, de todo modo: as coisas da vida seguem ficando mais belas enquanto ficam mais simples
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Crônica

Adeus da Vitória Stone Fair: lá se vai nosso trunfo

A decisão de acabar com a Feira de Vitória e abrir uma similar em São Paulo me fez pensar, com total ironia, que deveriam experimentar levar a tradicional Feira de Verona, cidade menor do que Cachoeiro, para Milão ou Roma
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Crônica

Carnaval de Vitória no Sambão: uma lágrima sincera que explode em alegria

Resolvo dar uma volta no domingo de manhãzinha pelo meu bairro e vejam o que me aparece: um figurante fantasiado cantando e dançando a letra de um dos enredos
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Crõnica

Anna Graça, nossa Gracinha, minha mãe

Era irmã de um banqueiro, de um jornalista que fundou um jornal em Cachoeiro, da primeira mulher a dirigir carro, de um poeta que organizava carnaval, de uma irmã que foi se aventurar no Rio e de um cronista que nunca abandonou a alma de menino do interior
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Sextas Crônicas

As aparências insanam: o bordado e seu avesso

Viver é palco, mas também é backstage. É close e é corre. É carão e rímel borrado. Todos temos um lado menos fotogênico, mas ele existe e nos integra. Por que negá-lo?
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Crônica

O cinema foi e sempre será muito mais que o filme

Em uma certa cena, Humphrey Bogart, inventor do chapéu de lado, ao entrar em uma boate, encostado estrategicamente no piano, pediu ao final que o pianista repetisse a música - o que nunca aconteceu
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Crônica

A necessidade de mudar o presente

Coisa que ninguém ignora é que o tempo não passa. Nós é que passamos por ele. Passamos através dele. Passamos porque somos criaturas dependentes de datas para marcar a duração da vida
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Crônica

Pequeno dicionário para o ano que começou, versão 2024

Carmélia, por exemplo: “Não há muita pressa, mas é preciso aprender a continuar. É preciso plantar uma rosa, cumprir promessa, escrever o poema que um dia pediram de mim, numa mesa de bar"
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Sextas Crônicas

Sobre "Saltburn": consciência é o novo luxo

A vida é mesmo uma espécie de jogo de luz e sombras, como a fotografia de um filme. Uma luz boa muda tudo. Fora e dentro de nós
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