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Escola Americana de Vitória aposta no aluno como protagonista

A proposta pedagógica da instituição é proporcionar um ensino interativo que, entre outras ações, fomente o interesse pelas descobertas

Publicado em 30 de Outubro de 2020 às 15:55

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 out 2020 às 15:55
Escola Americana de Vitória
Sala de aula na Escola Americana de Vitória: a instituição oferece espaços para desenvolver competências como criatividade, autonomia e empatia Crédito: Camilla Baptistin/Divulgação
Na Escola Americana de Vitória (EAV), o aluno é o protagonista em sua jornada escolar. A proposta pedagógica da instituição é proporcionar um ensino interativo que fomente o interesse pelas descobertas e a necessidade de construir, pesquisar e desenvolver habilidades essenciais para a formação integral do ser humano.
Como novidade para 2021, a unidade vai ofertar o ensino fundamental II (6ª ,7ª, e 8ª anos). A grade contará com três áreas: Learning Commons, uma biblioteca com grande acervo de livros em inglês; uma Sala de Projetos; e um Laboratório de Ciências com um currículo que enfatiza a conscientização ecológica.
A diretora pedagógica da EAV, Andrea Buffara, explica que a escola rompeu com as velhas aulas expositivas, lineares e unidirecionais. Segundo ela, essa metodologia é pouco interativa e contém poucos estímulos.
Andrea Buffara, diretora pedagógica da Escola Americana de Vitória (EAV)
A diretora pedagógica da EAV, Andrea Buffara, destaca a metodologia de projetos adotada pela escola Crédito: EAV/Divulgação
“A metodologia de projetos é a base para uma proposta educacional correlacionada com a afetividade, o ensino e a aprendizagem, já que permite o trabalho com grupos cooperativos, cria condições para que os alunos experimentem suas descobertas, desenvolvam a confiança na própria capacidade de aprender e tomar decisões, fazer escolhas apropriadas na vida”, pontua Andrea.
Por conta da pandemia do novo coronavírus, a Escola Americana criou um estúdio interno para criar os vídeos que foram compartilhados com os alunos durante os sete meses de suspensão das atividades presenciais. Agora, o espaço se transformou em uma sala de projetos para 2021. No local, os alunos poderão desenvolver propostas utilizando ferramentas digitais e tecnológicas.
“Também temos um espaço maker na educação infantil e no ensino fundamental I, onde desenvolvemos competências como criatividade, autonomia e empatia. Nesse período de pandemia, criamos um Plano Virtual de Aprendizagem que forneceu diretrizes para apoiar os professores ao planejar atividades de aprendizagem para os alunos, utilizando recursos que proporcionaram uma oportunidade significativa de aprendizado”, conta. 

TECNOLOGIA

Andrea acredita que, no mundo pós-pandemia, a tecnologia vai continuar como aliada na sala de aula.. “Agora que entendemos como manter relações entre o professor e aluno de forma remota, isso deve continuar. E, se no futuro tivermos que fechar as escolas por períodos curtos, ou se os alunos não puderem frequentar a escola por motivo de doenças, temos recursos para providenciar as aulas de forma remotas."
Outro ponto considerado valioso à instituição é o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. A escola adotou um currículo específico para discutir o tema: o Laboratório de Inteligência e Vida (LIV). De acordo com a diretora, o Programa LIV acontece uma vez por semana dentro da grade curricular e contribui para a formação de um cidadão mais completo para os desafios do século XXI.
“Os materiais promovem a reflexão, o debate, a escuta, a investigação e o questionamento, não existindo respostas ‘corretas’ ou ‘esperadas’. A partir de um planejamento pedagógico estruturado, o LIV tem a preocupação de sempre dialogar com a linguagem e os interesses dos alunos, com um currículo desenvolvido pensando nas particularidades de cada faixa etária”, finaliza.

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