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Após ouro, Isaquias Queiroz admite ser "o cara" da canoagem brasileira

Após ouro, Isaquias Queiroz admite ser "o cara" da canoagem brasileira

O atleta chegou aos Jogos de Tóquio com a pressão e a expectativa por resultados que não teve em 2016 e com o compromisso de mostrar que era possível dar continuidade à sua evolução

Publicado em 12 de agosto de 2021 às 17:56

Olimpíadas
Após bater na trave nos Jogos do Rio, Isaquias Queiroz conquistou o ouro na canoagem em Tóquio Crédito: Miriam Jeske/COB

As três medalhas nas Olimpíadas do Rio (duas pratas e um bronze) não foram suficientes para dar a Isaquias Queiroz uma certeza. Ele ainda considerava importante cumprir um novo ciclo para que não restassem dúvidas nem para ele nem para o público. Chegou aos Jogos de Tóquio com a pressão e a expectativa por resultados que não teve em 2016, sem a orientação do técnico que o levou ao seleto grupo de medalhistas, e com o compromisso de mostrar que era possível dar continuidade à sua evolução mesmo sem Jesús Morlán. O ouro no C1 1000m, conquistado na semana passada, lhe deu o direito de fazer uma afirmação: ele é o cara.

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