Publicado em 12 de agosto de 2021 às 17:56
As três medalhas nas Olimpíadas do Rio (duas pratas e um bronze) não foram suficientes para dar a Isaquias Queiroz uma certeza. Ele ainda considerava importante cumprir um novo ciclo para que não restassem dúvidas nem para ele nem para o público. Chegou aos Jogos de Tóquio com a pressão e a expectativa por resultados que não teve em 2016, sem a orientação do técnico que o levou ao seleto grupo de medalhistas, e com o compromisso de mostrar que era possível dar continuidade à sua evolução mesmo sem Jesús Morlán. O ouro no C1 1000m, conquistado na semana passada, lhe deu o direito de fazer uma afirmação: ele é o cara. >
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