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Polícia dos EUA cerca homem com possíveis explosivos perto do Capitólio

Suspeito estava em um veículo diante da Biblioteca do Congresso, que fica em frente ao Capitólio, e não havia confirmação da presença de explosivos, disse fonte policial

Publicado em 19/08/2021 às 15h57
Vista externa do Capitólio dos Estados Unidos, prédio que serve como centro legislativo do governo dos Estados Unidos
Vista externa do Capitólio dos Estados Unidos, prédio que serve como centro legislativo do governo dos Estados Unidos. Crédito: Charles Sholl/Brazil Photo Press/Folhapress

A Polícia do Capitólio, sede do Legislativo dos EUA, em Washington, investiga uma suspeita de bomba próximo à Biblioteca do Congresso, a cerca de 3 km da Casa Branca. O FBI também participa da apuração.

Segundo as autoridades, às 9h50 (10h50 em Brasília) desta quinta-feira (19), um homem parou uma caminhonete em uma calçada perto da biblioteca e disse ter explosivos no veículo e um detonador à mão. A polícia foi ao local e negocia a rendição do homem. Por volta das 13h na hora local, as tratativas seguiam em andamento. A identidade dele ainda não foi revelada.

Prédios na área foram evacuados. Tanto o Senado quanto a Câmara dos Representantes estão em recesso, mas há pessoas trabalhando nos edifícios, e a região recebe um grande número de turistas.

​Dezenas de viaturas de emergência foram deslocadas para a região do Congresso, e as ruas de acesso às laterais do prédio estão bloqueadas. Em rede social, a polícia pediu que moradores evitem a região. A divisão responsável por lidar com explosivos afirmou ter enviado um especialista para ajudar a polícia.

O edifício Thomas Jefferson, o principal da biblioteca, foi evacuado. A polícia pediu que todos os trabalhadores do Cannon House Office Building, que abriga escritórios da Câmara dos Representantes, deixem o local. ​De acordo com a CNN americana, o prédio da Suprema Corte também foi esvaziado.

Toda a região teve a segurança reforçada desde que apoiadores do ex-presidente Donald Trump invadiram o Capitólio em 6 de janeiro, durante a sessão de certificação da vitória de Biden.

Sem aceitar a derrota, Trump incitou a multidão com frases como "se vocês não lutarem para valer, vocês não terão mais um país", motivo pelo qual, para os democratas, não há dúvidas de que o republicano insuflou o caos e a violência. Cinco pessoas morreram e dezenas de agentes ficaram feridos à época.

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