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Em risco

Brasileira aguarda há 24 horas resgate após cair em vulcão durante trilha

Turista caiu num local íngreme e escorregadio da montanha, ficando à beira do precipício. Ela recebeu água e comida, mas espera para ser socorrida
Agência FolhaPress

Publicado em 

21 jun 2025 às 18:51

Publicado em 21 de Junho de 2025 às 18:51

SÃO PAULO - Uma brasileira caiu durante uma trilha em um vulcão na Indonésia, no início da noite de ontem, no horário de Brasília. Ela está viva, recebeu água e comida, mas aguarda há 24 horas para ser resgatada. Ela está num local íngreme e escorregadio, à beira do precipício.
A publicitária Juliana Marins, de 26 anos, tropeçou e escorregou durante o caminho, segundo a família. Ela rolou da montanha e foi parar a cerca de 300 metros, abaixo do caminho da trilha, no vulcão Rinjaji, na ilha de Lombok. Com isso, ficou debilitada e não consegue se movimentar.
Três horas depois do acidente, um grupo de espanhóis encontrou a brasileira. Mariana Marins, irmã de Juliana, vive em Niterói (RJ) e disse ao UOL que as pessoas que passaram pelo local perguntaram o nome de Juliana e tentaram achar familiares e amigos dela pelas redes sociais.
Local onde brasileira caiu num vulcão na Indonésia ao fazer trilha
Local onde brasileira caiu num vulcão na Indonésia ao fazer trilha Crédito: Leitor/Reprodução
Família acompanhou a situação por fotos e vídeos enviados pelos espanhóis. Mariana diz que tudo se agravou com o aparecimento de uma neblina e umidade muito forte, que fez com que Juliana escorregasse ainda mais da pedra.
Embaixada brasileira em Jacarta informou à família que as buscas demoraram por causa dos fatores climáticos, baixa visibilidade e terreno íngreme.
Uma equipe de socorristas conseguiu entregar suprimentos à brasileira Juliana Marins, que está presa em um local de difícil acesso em uma montanha na Indonésia.
“O resgate conseguiu descer até ela, deram comida, deram água. Ela está estabilizada. Vão colocar ela na maca assim que possível”, disse a irmã de Juliana, Mariana Marins, à TV Globo.
Segundo Mariana, a irmã está respondendo e não se sabe a gravidade dos ferimentos que possa ter sofrido.
Juliana fazia um ''mochilão'' desde o final de fevereiro com uma agência de turismo. ''A empresa de turismo que a levou ficou mentindo o tempo todo, dizendo que o resgate tinha chegado, e não tinha chegado coisa nenhuma'', fala a irmã.
A reportagem entrou em contato com o Itamaraty e aguarda um posicionamento.

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