Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Mundo
  • Bolivianos estocam alimentos por medo de distúrbios nas eleições presidenciais
Abastecimento

Bolivianos estocam alimentos por medo de distúrbios nas eleições presidenciais

O governo tomou precauções para que as eleições ocorram de forma pacífica. Há restrição de mobilidade no dia da votação

Publicado em 17 de Outubro de 2020 às 15:59

Redação de A Gazeta

Publicado em 

17 out 2020 às 15:59
Bolivianos compram alimentos e carregam mantimentos no mercado Rodriguez, antes das eleições, em La Paz, Bolívia
Bolivianos compram alimentos e carregam mantimentos no mercado Rodriguez, antes das eleições, em La Paz, Bolívia Crédito: Reuters/Folhapress
A possibilidade de que existam distúrbios sociais após o fechamento das urnas neste domingo (18) levou muitos bolivianos a comprarem alimentos em quantidades extras e abastecerem seus veículos de combustível nos últimos dias. O país escolhe seu novo presidente neste fim de semana.
No bairro de classe média de Socopachi, em La Paz, havia filas de carros em vários postos, na sexta (16) à noite. Embora não haja relatos de desabastecimento até o momento, ainda assim houve aglomeração por conta da alta procura. "Estou há uma hora, tentei em outras duas estações da zona sul, mas aqui a fila está menor", relatou Andrés Otoquendo, 42.
Em mercados de comida na região central, também havia grande busca de produtos. "Nas últimas eleições tem sido assim, as pessoas sabem que o comércio pode fechar, ou por causa da confusão, ou porque os próprios comerciantes têm medo de que possa haver violência. Então, é melhor se preparar", diz Catalina Rubiño, 54, dona de uma mercearia.
O governo tomou precauções para que as eleições ocorram de forma pacífica. Há restrição de mobilidade no dia da votação -não há transporte público, e veículos particulares só podem circular com permissão ou se forem de serviços de saúde, observadores internacionais ou jornalistas.
Além disso, neste sábado haverá toque de recolher a partir das 16h. A venda de bebidas alcoólicas está proibida desde sexta.
Houve confusão no aeroporto de El Alto com relação a uma comitiva de observadores argentinos convidados pelo MAS -o Movimento ao Socialismo, partido do ex-presidente Evo Morales-, que foram impedidos de entrar no país.
Embora a eleição tenha uma delegação internacional já designada, formada pela OEA, o Centro Carter, a União Europeia e as Nações Unidas, o MAS convidou figuras políticas latino-americanas para que façam parte da observação do processo.
O partido havia convidado a ex-presidente argentina Cristina Kirchner, que recusou, mas mandou dois senadores, Leonardo Grosso e Federico Fagioli. Eles foram inicialmente detidos em sua tentativa de entrar no país, mas em seguida puderam ingressar.
O ministro de governo, Arturo Murillo, disse que pessoas que "entrem no país com a suposta explicação de que vão observar as eleições, mas que estejam atuando para ajudar o MAS, serão deportadas imediatamente".
A relação do atual governo boliviano com o argentino é ruim. O presidente da Argentina, Alberto Fernández, não reconhece o governo interino de Jeanine Añez, e este critica a Argentina por abrigar Evo Morales, um fugitivo da Justiça boliviana, em seu território.
Evo, por sua vez, afirmou que, se o candidato do MAS, Luis Arce, vencer no primeiro turno, ele virá à Bolívia já na segunda-feira (19).

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Modelo da nova CIN (Carteira de Identidade Nacional), que vai substituir RG
Cariaca ganha novo posto para tirar a nova Carteira de Identidade
Imagem de destaque
Almoço saudável: 5 receitas com arroz e feijão que fogem do tradicional
Paisagem de montanha em São Roque de Maravilha, distrito de Alfredo Chaves que registrou 8º
Município capixaba dos 40 graus tem onda de frio de até 4 graus

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados