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Fim de um ícone

Nissan encerra produção do GT-R, carro mais icônico de sua história

O carro se transformou no modelo mais respeitado da marca japonesa, com números de desempenho comparáveis aos de esportivos de marcas premium europeias
Redação de A Gazeta

Publicado em 

11 mar 2025 às 16:26

Publicado em 11 de Março de 2025 às 16:26

Nissan GT-R
As diferentes gerações do Nissan GT-R, que começou com o Skyline, primeiro modelo a receber a sigla GT-R, em 1969 Crédito: Nissan/Divulgação
Chega ao fim a trajetória do Nissan GT-R. O carro que resistiu a seguidas crises da montadora japonesa deixa o mercado sem anunciar um sucessor. O motivo do encerramento da produção está na idade do projeto. A geração atual foi lançada em 2007 como linha 2008, não sendo possível adequá-la aos novos tempos, que exigem avanços em segurança e eficiência energética.
Apelido de "Godzilla", o cupê tem suas últimas unidades comercializadas no Japão, após deixar de ser vendido em outros países. O motor 3.8 V6 biturbo tem 600 cv na versão Nismo, que foi atualizada em 2024.
O primeiro modelo a receber a sigla GT-R foi o Skyline, em 1969. Ao longo dos anos, a Nissan manteve essa configuração como a mais esportiva da linha, o que a consolidou como um ícone da indústria automotiva japonesa.
O carro se transformou no modelo mais respeitado da marca japonesa, com números de desempenho comparáveis aos de esportivos de marcas premium europeias. Ao mesmo tempo, preservou a simplicidade de um modelo convencional, sem muitos recursos tecnológicos. O nome Skyline foi abandonado na linha 2008, após cinco gerações. Desde então, a sigla GT-R passou a ser o nome do carro.
Nissan GT-R
Apelido de "Godzilla", o cupê tem suas últimas unidades comercializadas no Japão Crédito: Nissan/Divulgação
Esperava-se que o fim da produção seria acompanhado pelo anúncio de uma nova geração eletrificada e com linhas inspiradas no conceito Hyper Force, apresentado na edição 2023 do Salão de Tóquio. O protótipo trouxe contornos que remetem ao GT-R, mas com estilo futurista e motorização 100% elétrica.
Entretanto, a montadora japonesa passa por um período conturbado. O ano começou com a expectativa de uma fusão com a Honda, o que formaria um grupo industrial avaliado em, aproximadamente, R$ 350 bilhões.

Novo CEO

No dia 13 de fevereiro, foi anunciado o encerramento das negociações. As empresas não chegaram a um acordo. Há duas semanas, surgiu uma nova possibilidade para a Nissan. A montadora pode receber um aporte financeiro da Tesla, tema que está sendo tratado em segredo pelas marcas.
Nesta terça-feira (11), a empresa anunciou o atual diretor de planejamento, Ivan Espinosa, como novo CEO a partir de 1º de abril, substituindo Makoto Uchida. Poucas semanas após a montadora descartar um plano de fusão com a rival Honda Motor.
No Brasil, a fabricante prepara o lançamento da segunda geração do SUV compacto Kicks, que vai conviver com o modelo antigo. O lançamento ocorre neste ano, e o novo modelo será equipado com motor 1.0 turbo flex. A marca terá ainda um terceiro utilitário esportivo nacional, que deve estrear em 2026.
Com informações da Agência Folhapress.

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