A Seleção Brasileira de vôlei faz sua estreia nesta no Mundial nesta sexta-feira (26), contra Cuba, às 6h, no horário de Brasília. Treinando na França, o Brasil se preparou muito para a disputa em que, além dos cubanos, vai encarar Japão e Catar como adversários no Grupo B da competição.
Com sedes compartilhadas entre Polônia e Eslovênia, a 20ª edição do Mundial reúne 24 seleções divididas em seis grupos de quatro equipes cada.
Os atletas comandados pelo treinador Renal Dal Zotto são os primeiros a treinar nas instalações da base que o Comitê Olímpico do Brasil (COB) montou em Saint-Ouen, região metropolitana de Paris, a 1,5km da Vila Olímpica.
Renan valorizou a fase de treinamentos nas instalações de Paris. “É muito importante estarmos aqui neste momento que antecede o Campeonato Mundial. Vivenciar, ainda que por poucos dias, este ambiente pré-Paris 2024 é muito bom, traz uma motivação extra a cada um dos atletas. Poder ter esse gostinho às vésperas da estreia do Mundial será fundamental, pois além do fator motivacional, nos dá a noção do que teremos a disposição em 2024”, disse o treinador ao site oficial dos Jogos Olímpicos.
Em busca do tetracampeonato, a Seleção tem o desafio de se superar e enquadrar o time para garantir o título. Nas últimas cinco edições do Mundial, o Brasil esteve presente na final. Foi campeão em 2002 (Argentina), 2006 (Japão), e 2010 (Itália). Já em 2014 e 2018 foi superado pela Polônia, anfitriã de 2022.
No último sábado (20), os brasileiros foram derrotados pela França por 3 sets a 0, em amistoso preparatório. A derrota acendeu o alerta do time brasileiro. Mesmo sendo derrotado pela principal força do vôlei masculino no momento, o jogo serviu como palco para enxergar os erros e corrigir os pontos necessários para chegar mais firme na competição Mundial.
O elenco convocado tem atletas experientes, assim como conta com nomes que buscam protagonismo e a primeira participação em Olimpíadas. Bruninho, dono de três medalhas olímpicas com a Seleção, é um dos jogadores com mais rodagem no elenco. “Ter a oportunidade de conhecer as instalações que o COB está preparando é uma experiência muito bacana. Nosso foco hoje é todo para o Mundial, mas foi importante ter esse momento. Representar o Brasil em Jogos Olímpicos é algo incrível, mas o Mundial também é uma competição imensa no nosso calendário”, relatou o levantador ao site oficial dos Jogos Olímpicos.