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Superação

Luna Hardman volta a competir na última etapa do Mundial de Bodyboarding

Capixaba fez cirurgia nos ombros em junho e agora vive a expectativa do retorno às águas na competição que acontece em setembro

Publicado em 19 de Agosto de 2025 às 16:34

Redação de A Gazeta

Publicado em 

19 ago 2025 às 16:34
Sentindo na pele: conhecendo o bodyboarding com as melhores do mundo
Luna Hardman, bicampeã mundial Pro Junior de bodyboarding Crédito: Fernando Madeira
A capixaba Luna Hardman, bicampeã mundial pro junior de bodyboarding, retorna ao mar, após a cirurgia nos ombros, na última etapa do circuito mundial da modalidade. O evento, chamado ArcelorMittal Wahine Bodyboarding Pro, acontece entre os dias 11 e 21 de setembro, na praia de Jacaraípe, na Serra, e receberá as melhores atletas do ranking do IBC.
“A expectativa para voltar no Wahine está muito, muito alta, porque era minha maior meta, mas ao mesmo tempo tudo muito incerto. Eu fiz a cirurgia, ninguém sabia se ia dar tempo. Tenho ‘post it’ escrito Wahine pelo meu quarto inteiro. De tanto que eu queria. Agora vai dar certo. Estou muito animada. É muito especial retornar nessa competição”, afirma Luna.
Luna, de 19 anos, está em sua primeira temporada totalmente dedicada à categoria profissional. Em 2024, competiu tanto na profissional como na pro junior, e relembra com entusiasmo a edição do evento do ano passado. “Minha melhor competição da vida até hoje foi o Wahine. Fiz dois pódios. Segundo lugar na profissional e ganhei na pro junior. O campeonato que é na minha casa, que minha mãe organiza, eu ajudo nos bastidores. Então é muito especial mesmo e estou muito animada para voltar”, garante a atleta.
Sentindo na pele: conhecendo o bodyboarding com as melhores do mundo
Luna Hardman, bicampeã mundial Pro Junior de bodyboarding Crédito: Fernando Madeira
Até o retorno em setembro, Luna segue com foco na recuperação. Ela operou o ombro esquerdo e, depois de duas semanas, o direito, em cirurgias por vídeo, no mês de junho, por causa de uma frouxidão ligamentar que, com o impacto do esporte, fazia o ombro sair do lugar.
“A recuperação está sendo ótima, como deveria ser. Agora, estou no processo de voltar a força e a mobilidade dos ombros. Com muita paciência, aos poucos está ficando tudo normal. Já entrei no mar pela primeira vez. Não surfei, mas consegui sentir a prancha de novo. É continuar com fisioterapia, com a preparação, para estar bem até o Wahine”, completa.
O evento deve reunir cerca de 120 bodyboarders, de mais de 10 países, com uma premiação total de 45 mil dólares (R$ 250 mil). Serão disputadas as categorias profissional, pro junior, máster, PCDs (amputadas, mastectomizadas e deficientes visuais – categoria especial e exclusiva no Wahine, sem contar pontos para o Circuito Mundial) e mães&filhos (categoria especial, celebrativa, sem caráter competitivo oficial).

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