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Capixabas no topo

Capixaba é campeã mundial nos 100m borboleta para masters em Doha

Rovana Agrizzi, treinada pela nadadora olímpica Daiene Dias, disputou na categoria 50+ e conquistou o topo do pódio com o tempo de 01:13.4.

Publicado em 08 de Março de 2024 às 10:16

Vitor Antunes

Publicado em 

08 mar 2024 às 10:16
Rovana Agrizzi venceu os 100m borboleta em Doha
Rovana Agrizzi venceu os 100m borboleta em Doha Crédito: Acervo Pessoal
São os movimentos compassados do coração que nos permitem estar vivos. O deslize do sangue entre veias e artérias são fundamentais à vida. Também foram os movimentos compassados dos braços e pernas e o deslize sobre a água que conduziram a capixaba Rovana Agrizzi ao título dos 100m borboleta, na categoria 50+, no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos para masters, com o tempo de 01:13.4, em Doha. 
A atleta, que é treinada por Daiene Dias, nadadora capixaba que disputou os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, diz que a vitória ainda está sendo interpretada por ela. "É uma ficha que ainda está caindo. A preparação foi dura, não teve glamour. Amo nadar, amo estar entre atletas, me sinto em casa".
O triunfo da nadadora surpreendeu a ela própria. "Não fui pensando na medalha, mas que a minha preparação tinha que fazer sentido. São ciclos de seis meses. Precisava [apresentar um bom resultado] para dar para a minha treinadora, para os meus filhos que me veem acordando ainda mais cedo, para as minhas ausências em eventos sociais ou por não poder comer determinada coisa ou beber. Então, levando à piscina o que eu estava treinado já seria ótimo. A vitória foi muito mais do que eu imaginava"
"Aprendi com a atleta paralímpica Mariana Gesteira que para qualquer competição precisamos entrar sorrindo. O atleta escolheu competir, escolheu estar ali. É a alegria que faz concretizar o sonho"
Rovana Agrizzi  - Nadadora e Médica
Rovana Agrizzi disputou na categoria 50+, no CAtar
Rovana Agrizzi disputou na categoria 50+, no CAtar Crédito: Acervo Pessoal

Medicina e Natação

Rovana concilia a carreira de médica, pois é cardiologista, com a rotina na natação. A atleta nos concedeu a entrevista em Istambul já retornando para o Espírito Santo. Nesta sexta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, ela estará de volta aos atendimentos como médica. Inclusive a formação em Medicina foi a que a fez se afastar do esporte. Aos 16 anos, durante o pré-vestibular, precisou escolher entre a clínica e as piscinas. De modo que entre sua última competição oficial anterior à graduação e o retorno após a estabilidade profissional é separada por 30 anos. "Ter voltado às piscinas é simbólico, e voltar para casa no Dia Internacional da Mulher também. Somos acostumadas a assumir várias funções simultaneamente, a acordar cedo, a assumir várias frentes".
Por ser a única representante do estado, Rovana fez questão de levar o Espírito Santo consigo. Antes das provas ela usou o lema do nosso estado como motivador para o desempenho: "Tinha em mente a frase ‘Trabalha como se tudo dependesse de ti e confia como se tudo dependesse de Deus’". E, assim, a vitória veio.

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