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Repórter do "É de Casa"

Manoel Soares relata ofensas racistas em ato por justiça a Moïse Kabagambe no Rio de Janeiro

"Pessoas dizendo para a macacada voltar a trabalhar (...) tomei cotovelada", diz jornalista da Rede Globo enquanto cobria manifestação neste sábado
Agência FolhaPress

Publicado em 05 de Fevereiro de 2022 às 11:57

Manoel Soares acompanha ato ato por justiça a Moïse Kabagambe, no Rio de Janeiro
Manoel Soares acompanha ato ato por justiça a Moïse Kabagambe, no Rio de Janeiro Crédito: Reprodução/ Rede Globo
O apresentador Manoel Soares, 42, afirmou que foi alvo de ofensas racistas durante manifestação por justiça a Moïse Mugenyi Kabagambe, 24, jovem congolês espancado e morto no Rio de Janeiro, realizada na manhã deste sábado (5), na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital carioca.
Durante o programa "É de Casa", da Rede Globo, Soares pediu para ir ver o protesto de perto. Ao voltar ao estúdio após acompanhar a manifestação ao vivo, ele disse para as apresentadoras Ana Furtado, Patrícia Poeta, Talitha Morete e Tati Machado que ficou impressionado com a quantidade de pessoas xingando o movimento, "dizendo para a macacada voltar a trabalhar".
"Doideira aquilo lá. Ao mesmo tempo que a gente teve muita manifestação querendo justiça, vocês não fazem ideia da quantidade de pessoas me provocando. Tomei cotovelada de pessoas de pele clara", afirmou.
Na hora que estava indo para a van da Globo para retornar ao programa, Soares disse que um "homem branco, grandão" quis arranjar briga com ele. "Vocês acreditam que o homem parou na minha frente para eu trombar nele. Aí eu fui para o outro lado, ele foi e falou: 'Qual foi'?"
Soares disse para as pessoas que vão participar de protestos pelo Brasil que não percam a cabeça com essas provocações.
Antes de ir para o protesto, quando ele e as apresentadoras falavam sobre a morte de Moïs, Soares pediu para a direção do programa não mostrar o vídeo do congolês sendo agredido. "Vou pedir para o diretor do programa não exibir as imagens. É sábado de manhã." A solicitação foi atendida.
Moïs foi morto a pauladas na noite do dia 24 de janeiro no quiosque Tropicália. Três homens foram presos sob suspeita do crime.

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