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Gil do Vigor rebate Leonela Borges após ser chamado de "gay caricata" nas redes

Economista e apresentador respondeu após ex-MasterChef criticá-lo e usar termo considerado ofensivo em publicação nas redes sociais

Publicado em 17 de março de 2026 às 10:26

Gil do Vigor
Gil do Vigor Crédito: Reprodução Instagram @gildovirgor

Uma troca de farpas entre a ex-participante do MasterChef Brasil Leonela Borges, 29, e o ex-BBB Gil do Vigor, 34, movimentou as redes sociais nas últimas horas. A chef de cozinha criticou o desempenho do economista como apresentador e o chamou de "gay caricata" em uma publicação no X. O contratado da Globo respondeu às provocações.

O comentário foi feito depois que Leonela compartilhou um post que comparava Gil à participante do BBB 26, Milena Moreira. A postagem sugeria que o ex-BBB estaria incomodado com a popularidade da recreadora de festas infantis nesta edição do reality -ela é apontada por parte dos fãs como a melhor integrante do grupo "pipoca" da história do programa.

"Agora que entendi o motivo dele estar espumando contra a Milena. É o fato de o povo agora considerar ela a maior 'pipoca' da história", dizia o post compartilhado pela cozinheira. A mensagem também fazia referência a um vídeo recente do apresentador da Globo, no qual ele comenta não ser considerado o maior "pipoca" do reality -título que, segundo pesquisa citada por ele, pertence a Juliette, vencedora do BBB 21.

Ao republicar o conteúdo, Leonela acrescentou críticas ao economista. "Gil morreu cedíssimo sustentando uma amizade com a bomba vocês sabem quem, além do desempenho médio para ruim como comunicador, cujo maior trunfo é ser um gay caricato", escreveu.

Nos comentários da publicação, internautas especularam que a cozinheira se referia à amizade de Gil com a ex-BBB Sarah Andrade.

Gil respondeu às críticas em vídeos publicados nos Stories do Instagram. Ele afirmou que torceu por Leonela durante sua participação no MasterChef, mas criticou o teor da mensagem. "Torci muito por você no MasterChef e é difícil ver tanto preconceito disfarçado de deboche. Ser gay não é um trunfo, é meu ser. A homofobia machuca muito. Você pode me achar uma gay caricata, mas saiba que por muitos anos eu tive vergonha de ser quem eu sou", disse.

O economista também pediu que críticas ao seu trabalho não sejam associadas à sua orientação sexual. "Ao me criticar, não toque no fato de eu ser gay afeminado. Não estou na televisão por isso, mas porque estudo, tenho projetos sociais e incentivo as pessoas a buscarem algo melhor", afirmou.

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