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Motoristas reclamam de novos quebra-molas na BR 259, em Colatina

Os motoristas alegam que os quebra-molas ficaram muito altos e que a sinalização foi colocada muito próxima deles. Além disso, alguns usuários da rodovia relataram problemas mecânicos nos veículos após passarem pelo local

Colatina / Rede Gazeta
Publicado em 02/02/2021 às 19h49
Motoristas reclamam de quebra-molas instalados na BR 259
Motoristas reclamam de quebra-molas instalados na BR 259. Crédito: Reprodução

Motoristas que passam pela BR 259 em Colatina, no Noroeste do Espírito Santo, foram surpreendidos com dois novos quebra-molas no quilômetro 34 da rodovia federal, no trecho conhecido como Curva do Cassani. As intervenções foram feitas no final do mês de janeiro e já são motivo de reclamação e preocupação para alguns condutores.

Os motoristas alegam que os quebra-molas ficaram muito altos e que a sinalização foi colocada muito próxima deles. Vídeos encaminhados por leitores de A Gazeta mostram que muitos condutores só percebem as intervenções quando passam por elas. Além disso, alguns usuários da rodovia relataram problemas mecânicos nos veículos após passarem pelo local. Veja o vídeo:

“Um radar aqui era melhor. O quebra-molas até pode ajudar, mas também pode causar acidentes”, lamentou o metalúrgico Carmindo Gomes da Silva. 

A instalação dos quebra-molas também foi questionada pelo motorista Dinázio Soares. “Pela altura do quebra-molas eu achei irregular. Seria melhor um radar. Esse redutor pode causar efeito contrário e trazer acidentes para a rodovia”, afirmou.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) instalou os redutores recentemente no trecho conhecido como Curva do Cassani - um local reconhecidamente perigoso, onde acontecem muitos acidentes.

Antes, o DNIT chegou a instalar dois radares no trecho, um antes e outro depois da curva, mas os equipamentos foram retirados dando lugar aos quebra-molas.

Procurado pela reportagem de A Gazeta, O DNIT não respondeu aos questionamentos sobre a instalação dos quebra-molas e a sinalização do local. O primeiro contato foi feito na tarde de segunda-feira (1). A instituição foi novamente demandada nesta terça-feira (2), prometeu retorno durante a tarde, mas não enviou o posicionamento. Assim que uma resposta for dada, esta matéria será atualizada.

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