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Santuário Nacional de São José de Anchieta será restaurado

A primeira etapa da obra vai custar R$ 5,6 milhões. Trabalho começa em junho e deve ser concluído em dois anos
Redação de A Gazeta

Publicado em 

22 mai 2018 às 15:49

Publicado em 22 de Maio de 2018 às 15:49

O Santuário Nacional de São José de Anchieta, no Sul do Espírito Santo, será restaurado. As obras começam em junho e serão divididas em duas etapas. A primeira etapa da obra vai custar R$ 5,6 milhões e durar 18 meses. Todo o trabalho deve ser concluído em dois anos.
Nesta primeira fase, será restaurado o museu, com uma série de obras para oferecer maior acessibilidade às pessoas, como rampas, banheiros adaptados, sinalização em braile e plataformas elevatórias para que os visitantes tenham acesso às salas do local.
Trabalho de restauração deve ser concluído em dois anos Crédito: Santuário de Anchieta/Divulgação
A primeira fase do trabalho também contempla a organização do acervo do museu, iluminação, sonorização, restauro de peças e a construção de uma loja e um café para atender aos fiéis e peregrinos. Os primeiros 18 meses de obra serão patrocinados pela Vale, via Lei Rouanet, a partir do projeto pago pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e executado pelo Instituto Modus Vivendi.
A segunda etapa das obras, que deve durar seis meses, inclui o restauro da igreja, a montagem da sala de documentação e o paisagismo cultural na área do entorno do Santuário.
MUSEU SANTO
Após a restauração, o novo museu vai contar com uma sala de documentação para estudos e reflexões sobre a vida de São José de Anchieta e dos jesuítas. O local terá também material sobre o processo de Beatificação e Canonização de José de Anchieta. 
A sala terá ainda correspondências e documentações dos séculos XVI ao XXI produzidas pelos jesuítas e por autoridades eclesiásticas e civis no processo de evangelização do Brasil.
Os jesuítas deixaram marcas por onde passaram. No Espírito Santo, além do aspecto religioso, tiveram papel significativo na educação e no empreendedorismo. Fundaram o Colégio de São Tiago (atual Palácio Anchieta), em Vitória, e as aldeias de Reis Magos, em Nova Almeida, por exemplo.

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