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Poder Judiciário

TJES realiza a posse de dois novos desembargadores; saiba quem são

Corte promoveu sessão solene nesta quinta-feira (27), com a presença de autoridades e políticos do Estado; magistrados já haviam sido empossados administrativamente

Publicado em 27 de Junho de 2024 às 20:20

Tiago Alencar

Publicado em 

27 jun 2024 às 20:20
Desembargadores tomam posse no TJES
Heloísa Cariello e Marcos Valls Feu Rosa posam ao lado do presidente do TJES, Samuel Meira Brasil Jr. Crédito: Divulgação
Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) realizou sessão solene nesta quinta-feira (27) para formalizar posse de dois novos desembargadores da Corte. Heloísa Cariello e Marcos Valls Feu Rosa já haviam sido empossados administrativamente, logo após serem eleitos, em maio deste ano, pelo Pleno do Tribunal.
No caso de Heloísa Cariello, ela foi eleita para o cargo em 9 de maio, atendendo ao critério de merecimento, no primeiro processo de promoção realizado pelo TJES para o preenchimento de vaga exclusiva para mulheres. Já Marcos Valls Feu Rosa foi promovido ao cargo pelo critério de antiguidade, em sessão realizada no dia 16 do mesmo mês.
Ao discursar na solenidade, que contou com a presença de autoridades e políticos do Estado, entre eles o governador Renato Casagrande (PSB), a desembargadora chamou a atenção para o fato de as mulheres ainda ocuparem pouco espaço no poder público, bem como no Judiciário.
“No Poder Judiciário, a despeito de sermos mais da metade da população, representamos apenas 38% da magistratura brasileira. Soluções para superar esse quadro deficitário têm sido discutidas e rediscutidas e perpassam pela constatação de que a luta constante, quase que diária, pelo reconhecimento devido em uma sociedade estruturalmente patriarcal e misógina cuja concretização de direitos e deveres não se dá de forma equitativa”, assevera a magistrada.
 Marcos Valls Feu Rosa, por sua vez, preferiu aderir ao discurso de humanização e simplificação da Justiça visando atender aos anseios da sociedade de maneira plena. Ele também abriu espaço, em sua fala, para defender os juízes do primeiro grau de jurisdição que, em seu entendimento, têm sido cobrados e questionados com cada vez mais rigor.
“Duas lições que trago do primeiro grau de jurisdição: humildade e resignação. Já agora no segundo grau de jurisdição, aprendo uma terceira lição, compaixão. Compaixão com os juízes de primeiro grau, que vendo seus pecadilhos sendo coados em filtros cada vez mais finos, têm as suas grandes virtudes solenemente ignoradas. Compaixão com os que têm fome e sede de justiça”, diz o desembargador.

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