Para a população de
Colatina, as áreas com os problemas mais graves no município são saúde, trânsito e transporte coletivo. Os dados são da pesquisa eleitoral Ipec, contratada pela
Rede Gazeta e divulgada na última quinta-feira (12). De acordo com o levantamento realizado no município do Noroeste capixaba, 62% dos entrevistados dizem se preocupar com a saúde, enquanto 41% mencionam o trânsito da cidade e outros 24%, o transporte coletivo.
A pesquisa, realizada entre os dias 9 e 11 de setembro, expôs aos eleitores consultados uma lista com 20 itens. Entre eles, os entrevistados deveriam dizer quais são os que representam os maiores problemas para a população local, podendo citar até três. A quarta área mais citada é a educação, com 23% das menções. Em seguida, aparece a segurança pública, que preocupa 19% dos eleitores colatinenses.
A saúde é considerada ainda mais problemática pelos mais pobres. Dos entrevistados que recebem até 1 salário mínimo (R$ 1.412), 68% responderam que os problemas na área são graves. Já os mais ricos – que têm renda de mais 5 salários mínimos (mais de R$ 7.060) – se preocupam mais com o trânsito: 56% mencionaram a área.
Terceiro colocado na lista, o transporte coletivo foi mais mencionado pelos eleitores que recebem de 1 a 2 salários mínimos (R$ 1.412 a R$ 2.824): 28% dessas pessoas consideram a área problemática na cidade.
Outros problemas citados pelos entrevistados foram o calçamento de ruas e avenidas (12%), impostos e taxas (12%), geração de empregos (11%), abastecimento de água (9%), meio ambiente (9%) e rede de esgoto (9%).
Já as áreas menos mencionadas são iluminação pública (5%), opções de lazer (5%), assistência social (4%), administração pública (3%), atividades esportivas (3%) e atividades culturais (2%).
Quando questionados sobre o principal problema de Colatina – podendo escolher apenas uma área –, 36% dos entrevistados disseram que é a saúde municipal. O trânsito é a pauta mais problemática para 22% deles e o transporte coletivo, para 10%. Calçamento de ruas e avenidas é citado por 4%, mesmo índice de impostos e taxas. Educação e segurança pública são as áreas mais graves para apenas 3% dos eleitores.