Na reta final do mandato na Prefeitura de Vitória, a administração do prefeito
Luciano Rezende (Cidadania), é classificada como boa ou ótima por 37% dos entrevistados em
pesquisa realizada pelo Ibope a pedido da Rede Gazeta. Outros 23% consideram a gestão ruim ou péssima, 39% a apontam como regular e 1% não sabem ou não responderam. A margem de erro da pesquisa é de 4 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Luciano Rezende está em seu segundo mandato consecutivo e, por isso, não disputa a
eleição marcada para novembro. Ele assumiu o Executivo da Capital em 2013 e se reelegeu em 2016.
Quando questionados sobre a forma como o prefeito Luciano Rezende vem administrando a cidade de Vitória, 52% das pessoas ouvidas na pesquisa disseram que aprovam, enquanto 42% responderam que desaprovam e 6% não sabem ou não responderam.
A amostragem faz parte da série de pesquisas da cobertura eleitoral de A Gazeta, que traz o cenário das eleições municipais das maiores cidades do Espírito Santo e uma radiografia do desempenho das administrações dos atuais prefeitos.
O maior percentual de aprovação da Prefeitura de Vitória está na classe média, com 40% de avaliação positiva (soma de bom e ótimo) tanto entre os grupos de renda familiar entre 1 e 2 salários mínimos, como entre aqueles com renda de 2 a 5 salários mínimo.
Entre os mais abastados o resultado se aproxima, com 38% de aprovação para os eleitores com renda acima de 5 salários mínimos por família.
Na análise daqueles que classificaram a gestão como ruim ou péssima, em todas as faixas de renda o resultado registrado ficou entre 21 e 23%, sem grande variação. Mas entre os entrevistados com renda de até 1 salário mínimo, está o maior percentual que considerou a gestão como péssima: 15%.
Ao analisar as respostas dos entrevistados conforme a idade, a aprovação da administração de Luciano como prefeito tem o maior índice entre os eleitores de 16 a 24 anos, com 45%. Entre a faixa de 45 a 54 anos, Luciano foi arovado por 42%.
O prefeito registrou os maiores índices de rejeição entre os eleitores de 25 a 34 anos, os quais 26% classificaram a gestão como ruim ou péssima, e também para 25% daqueles com 55 anos ou mais.