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Investigação

Câmara de Itapemirim vai investigar contratos da saúde do município

Comissão tem 60 dias para apurar possíveis irregularidades em consórcio na área da saúde

Publicado em 09 de Maio de 2019 às 19:58

Beatriz Caliman

Publicado em 

09 mai 2019 às 19:58
Os vereadores do município de Itapemirim, no Litoral Sul do Espírito Santo, abriram uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), durante sessão na última terça-feira (7), para apurar possíveis irregularidades em contratos de um convênio de saúde. O prazo para concluir a investigação é de 60 dias. 
De acordo com o requerimento de abertura da CPI, serão apurados supostos atos de improbidade administrativa e crimes contra a administração pública em contratos firmados entre o município e o consórcio na área da saúde, o Consórcio Público da Região Expandida Sul. 
Seis de 11 vereadores votaram pela abertura da comissão. A CPI instaurada será composta por pelos parlamentares Vanderlei Louzada Bianchi (PSB), presidente; Rogério da Silva Rocha (PCdoB), relator; e Lenildo Henriques (PP), como membro.
"A CPI foi aberta e ainda nos reuniremos na próxima semana para estarmos a par do que vai acontecer. Iremos apurar informações do consórcio da saúde da prefeitura, mas ainda precisamos desse material para saber se houve irregularidades", disse Louzada.
OUTRO LADO
Em nota, a Prefeitura de Itapemirim esclareceu que o Consórcio Público da Região Expandida Sul presta serviços para diversos municípios do litoral Sul do Estado, atuando na cidade desde 2013. Informou ainda que assim que for notificada, a Secretaria municipal de Saúde "se colocará inteira e completamente a disposição da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)".
Ressalta, também, que "o trabalho da Secretaria de Saúde é pautado na transparência, devido cumprimento legal e zelo com o bem público".
CONSÓRCIO
O CIM Expandida Sul se identifica como um consórcio público de direito público, sem fins lucrativos, criado para promover o planejamento, a coordenação dos esforços e a execução de serviços e ações de saúde de acordo com as diretrizes do Sistema Único de Saúde. Ele é integrado pelos municípios de Alfredo Chaves, Anchieta, Iconha, Itapemirim, Guarapari, Marataízes, Rio Novo do Sul e Piúma.
Em fevereiro deste ano, o consórcio foi alvo de outras investigações em municípios vizinhos, a exemplo de Piúma, que também aprovou instalação de uma Comissão Especial Parlamentar de Inquérito (CPI), para investigar. O caso ainda tramita na Casa.
A reportagem tentou ouvir com o consórcio por meio dos contatos telefônicos informados no site, mas não obteve sucesso. 

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