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'Deus, olhe pelo Brasil', pede Bolsonaro no Muro das Lamentações

Ao todo, a comitiva esteve por menos de duas horas no local, enfrentou chuva, frio e até granizo

Publicado em 02/04/2019 às 06h45
O presidente brasileiro Jair Bolsonaro (à frente) e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu (encoberto) rezam durante uma visita ao Muro das Lamentações. Crédito: MENAHEM KAHANA/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O presidente brasileiro Jair Bolsonaro (à frente) e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu (encoberto) rezam durante uma visita ao Muro das Lamentações. Crédito: MENAHEM KAHANA/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Yitzhak Rabin, então comandante das Forças Armadas de Israel, descreveu a chegada de seus soldados ao Muro das Lamentações como o episódio mais emocionante da Guerra dos Seis Dias, em 1967. "Nunca houve e nunca haverá um momento como esse", disse. As preces dos judeus, segundo ele, poderiam ser ouvidas de novo, após 19 anos.

Desde então, o Muro das Lamentações entrou na lista de razões para palestinos e israelenses se estranharem. Por isso, a visita de segunda-feira, 1º, de Jair Bolsonaro, acompanhado do chefe de governo de Israel, Binyamin Netanyahu, teve peso religioso, mas também político. Ao todo, a comitiva esteve por menos de duas horas no local, enfrentou chuva, frio e até granizo.

Quando saiu de uma tenda armada pela comitiva do premiê para rezar e depositar uma mensagem na parede - "Deus, olhe pelo Brasil", segundo Bolsonaro -, não ficou mais que dez minutos do lado de fora. Sempre ao seu lado, Netanyahu buscava as câmeras e tentava virar o brasileiro para que os fotógrafos tivessem um melhor ângulo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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