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Prisões em Aracruz

Quadrilha é presa por 'golpe da cura espiritual' após 16 crimes no ES

Investigações começaram no dia 31 de maio, quando os suspeitos foram até João Neiva, onde agiram contra uma senhora – segundo a polícia, ela teve prejuízo de R$ 2,1 mil

Publicado em 27 de Junho de 2023 às 12:08

Redação de A Gazeta

Publicado em 

27 jun 2023 às 12:08
A Polícia Civil prendeu uma organização criminosa interestadual especializada em aplicar golpes de promessa de cura espiritual, 'por meio da fé'. Os três bandidos foram presos em Aracruz, na Região Norte do Espírito Santo, no último dia 16.
Segundo a Polícia Civil, o grupo praticou pelo menos 16 crimes em seis meses no Espírito Santo. A corporação explicou que as investigações começaram no dia 31 de maio deste ano, quando os suspeitos foram até João Neiva, onde agiram contra uma senhora – que teve um prejuízo de R$ 2,1 mil. Dias depois, os indivíduos foram identificados com a ajuda de agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Os mandados de prisão foram cumpridos no Centro de Aracruz, depois que policiais civis descobriram que a cidade estava entre os alvos da organização criminosa no Estado. Segundo as investigações, os integrantes também atuavam no Rio de Janeiro, na Bahia e em Minas Gerais.
Todos os presos foram encaminhados ao Centro de Detenção Provisória de Aracruz. Eles foram identificados como David Santa Ana Sobrinho, de 58 anos, Adilson Pratas Ferreira, de 55 anos, e Jose Carlos da Silva Barista, de 59 anos. 
O golpe funcionava assim: dois deles procuravam vítimas pela cidade enquanto o terceiro se passava por curandeiro. Após serem convencidas, as pessoas eram levadas até o golpista, que prometia fazer uma oração para livrá-las da enfermidade que as afligia.
Durante o "ritual", o bandido dizia que o patrimônio da vítima estava amaldiçoado, por isso, ela precisava sacar todo o dinheiro que tinha e levar para ele fazer uma oração. A pessoa ia até o banco, colocava o dinheiro em um envelope e entregava para o falso curandeiro.
Ele orava o dinheiro mas, na hora de devolver o envelope para a vítima, o golpista dava outro, cheio de canhotos de loteria. Para disfarçar, o suspeito falava que a pessoa deveria abrir o envelope só no dia seguinte, em casa, para a oração fazer efeito. Só aí o golpe era descoberto.

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