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Litoral Sul

Polícia investiga morte de bebê de um mês em Marataízes

Criança chegou na UPA do município com sangramento bucal e nasal, além dos braços quebrados; pais foram levados para a delegacia, onde foram ouvidos e liberados

Publicado em 20 de Fevereiro de 2024 às 11:55

Beatriz Caliman

Publicado em 

20 fev 2024 às 11:55
UPA em Marataízes
UPA em Marataízes, onde a criança de um mês não resistiu e morreu Crédito: Reprodução/ Prefeitura de Marataízes
A Polícia Civil investiga a morte de um bebê, de um mês, que deu entrada Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Marataízes, no Sul do Espírito Santo, na manhã de segunda-feira (19) com sangramento bucal e nasal. Segundo a Polícia Militar, por conta da falta de informações passadas pelos pais sobre as lesões, eles foram levados para a delegacia, onde foram ouvidos e liberados. A morte será investigada pela Polícia Civil.
De acordo com a Polícia Militar, por volta das 11h, o bebê foi levado pelos pais até a unidade. Ele estava com um sangramento nasal, bucal e cianose nas extremidades (mãos e pés roxos). Apesar dos esforços em manter a criança respirando, a morte foi atestada por volta das 11h45.
Ainda segundo o registro dos militares, por conta de informações passadas pelos pais sobre as lesões, a corporação foi acionada na unidade e levou o casal para a Delegacia Regional de Itapemirim.
A Prefeitura de Marataízes, responsável pela administração da UPA, informou que o bebê deu entrada na unidade e também estava com os dois braços quebrados. “Todo procedimento padrão foi realizado, a Polícia Civil foi acionada e o caso segue em investigação”, informou o município por meio de nota.

Investigação

Procurada pela reportagem, a Polícia Civil disse que o serviço de transporte de cadáver da Polícia Cientificada fez o recolhimento de corpo na UPA de Marataízes. O corpo da vítima foi encaminhado para o Serviço Médico Legal (SML) de Cachoeiro de Itapemirim, para a realização da identificação e do exame cadavérico.
Os pais da criança, ambos de 21 anos, foram conduzidos à Delegacia Regional de Itapemirim onde foram ouvidos e liberados, já que a autoridade policial não identificou elementos suficientes para realizar a prisão em flagrante naquele momento. O caso, segundo a Polícia Civil, seguirá sob investigação.

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